Operação vai extinguir CNPJs de mais 1.000 postos clandestinos pelo Brasil - QTU Questões do Universo

Operação vai extinguir CNPJs de mais 1.000 postos clandestinos pelo Brasil

Fonte: Bandeira da fonte

A Receita Federal planeja extinguir mais de 1.000 CNPJs de postos clandestinos de combustíveis em diversas cidades pelo país.
A ação deve ser realizada nesta sexta-feira (27) juntamente com uma ação específica na cidade de São Paulo, onde serão lacrados seis postos clandestinos.
Além de lacrados, esses seis postos terão suas inscrições estaduais e seus cadastros no CNPJ baixados – ou seja, os registros também deixarão de existir e as empresas não poderão mais emitir notas fiscais nem movimentar contas bancárias.
Cadastros no CNPJ são baixados (ou deixam de existir) quando uma empresa fecha as portas ou quando se envolve em infrações graves, como fraudes.
Os proprietários dos postos que serão alvo na cidade de São Paulo foram denunciados recentemente por promotores de Justiça que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo.
A operação será feita em parceria entre Recita Federal, Secretária da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Agência Nacional do Petróleo, Procuradoria-Geral do Estado e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
Apenas na cidade de São Paulo, haverá lacração de postos.
Em outros postos clandestinos pelo Brasil, os CNPJs serão baixados, em procedimentos à distância.
Ao todo, o plano é que nesta sexta-feira 1.283 CNPJs dos postos ilegais sejam baixados pelo país – dos quais 228 deles no Estado de São Paulo e seis na capital.
A Receita Federal se refere aos postos clandestinos como "fábricas de dinheiro" e aponta que o desmantelamento das organizações por trás dessas empresas passa não apenas por prisões, mas pelo “sufocamento financeiro e empresarial”.
A operação contra postos clandestinos ocorre no dia em que a Operação Carbono Oculto completa um ano.
A Carbono Oculto foi uma ação que também mobilizou diversos órgãos e que buscou atingir um grupo apontado como responsável por um amplo esquema de fraudes e sonegação no setor de combustível.
E de ligações com criminosos da facção criminosa PCC.