Operação prende suspeitos de sequestrar corretor de criptomoedas após tentativa de lavagem de dinheiro
Uma operação do Ministério Público paulista e da Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta terça-feira (07) suspeitos de sequestrarem um corretor de criptomoedas em fevereiro do ano passado, após uma tentativa frustrada de lavagem de dinheiro.
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A investigação, conduzida pelo 34º Distrito Policial apurou que mais de R$ 70 milhões que os criminosos pretendiam "lavar" eram parte de um furto de R$ 146 milhões contra o Banco Itaú.
O valor foi bloqueado por instituições financeiras, o que teria motivado a ação violenta do grupo.
Segundo o portal g1, três dos seis suspeitos com mandados de prisão temporária já foram presos, incluindo um guarda civil de Indaiatuba, no interior paulista.
Uma das prisões ocorreu no Rio Grande do Norte. Os agentes cumprem, ainda, outros 13 mandados de busca e apreensão.
A operação, chamada de Criptonita, mira a quadrilha especializada em extorsão e sequestro. Ao todo, 54 policiais civis foram mobilizados, incluindo equipes especializadas do Garra, o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, as investigações começaram logo após o sequestro do corretor de criptomoedas.
Na ocasião, a vítima, de 29 anos, foi até um shopping na zona sul para se encontrar com um suposto sócio para uma transação, mas acabou sendo induzida a entrar em um carro com os suspeitos.
A mulher dele, que tinha acesso à localização do celular, suspeitou da movimentação e acionou a polícia. A PM localizou o veículo em uma via da cidade paulista de Santa Isabel.
