'O Velho Fusca': Priscila Vaz compartilha experiência e conexão com a história do filme
Priscila Vaz está de volta às telonas no seu segundo trabalho no cinema, "O Velho Fusca", uma comédia que se passa no Rio de Janeiro e mescla humor com reflexões emocionais sobre família, reconciliação e cura. A atriz, que já acumula experiências em diferentes formatos, se conectou profundamente com a trama desde a leitura do roteiro.
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"O que me encantou imediatamente foi a combinação de humor com emoção. Eu me emocionei muito ao ler o roteiro e também ao assistir às cenas. Existe uma sensibilidade muito forte por trás da narrativa, e o personagem vivido por Tônico Pereira me tocou profundamente. A personalidade dele me lembrou muito o meu avô. Foi algo familiar, íntimo e especial, que despertou uma conexão imediata e verdadeira", revela Priscila, destacando a carga emocional do filme.
O personagem de Tônico Pereira, um dos nomes mais experientes do elenco, representa a camada mais profunda da produção, que vai além da comédia e se aprofunda em temas como afeto e superação. "Afeto, humor, superação. É assim que resumo a essência do filme", afirma.
Priscila antecipa o que o público pode esperar ao se deparar com "O Velho Fusca". "Uma comédia leve, divertida e com muita verdade. É um filme que faz rir, emociona e entrega uma história com alma. Os personagens são carismáticos, o Rio de Janeiro traz uma energia única e a narrativa alcança pessoas de todas as idades", aponta, destacando a universalidade da trama.
Apesar da leveza, o filme propõe uma reflexão sobre relações familiares e feridas do passado. "Fala sobre cura emocional, reconciliação e sobre como as relações podem ser restauradas quando existe abertura para olhar para o passado com amor e honestidade. É uma história sobre família, sobre entender dores antigas e transformar essas feridas em fortalecimento", relata.
No filme, Priscila vive uma modelo famosa, um papel que vai além da superficialidade da profissão e se torna um símbolo dentro da narrativa.
"Minha personagem não representa apenas uma modelo, mas sim algo maior dentro da história. O status de modelo funciona como um elemento que revela os desejos, as buscas e os objetivos dos personagens. Cada pessoa, de alguma maneira, tem algo que idealiza ou busca alcançar. Ela é um símbolo que provoca reflexão sobre o que cada indivíduo persegue na vida", explica.
Priscila Vaz em 'O Velho Fusca': O que esperar da atriz em sua nova comédia emocional
Divulgação Nanda Araújo
A atriz confessa que a familiaridade com o universo da moda facilitou a construção do papel. "Na verdade, não foi tão desafiador. Já fui modelo na minha vida, então interpretar esse papel foi super natural para mim. Eu trouxe referências da minha própria experiência, o que deixou o processo leve e confortável", conta.
No entanto, ela destaca as diferenças entre sua experiência pessoal e a construção cômica da personagem: "Como o filme é uma comédia, alguns aspectos foram exagerados para o humor. Então, não existe uma identificação direta. Ao mesmo tempo, como já fui modelo, existe um vínculo entre as duas coisas, mas o papel é propositalmente mais exagerado."
O longa, que reúne grandes nomes do audiovisual brasileiro como Cléo Pires, Caio Manhente, Giovanna Chaves e Isaias Silva, proporcionou a Priscila uma experiência enriquecedora. "Foi uma experiência muito enriquecedora. O filme reúne talentos de diferentes gerações e essa mistura cria um ambiente de troca muito especial. Há profissionalismo, generosidade e uma energia criativa que torna o processo leve e prazeroso. É inspirador estar em um projeto com tantas pessoas talentosas", declara.
Priscila Vaz em 'O Velho Fusca': O que esperar da atriz em sua nova comédia emocional
Divulgação Nanda Araújo
Para ela, o filme marca uma nova etapa na sua carreira. "Esse é o meu segundo filme para o cinema e, mesmo com uma participação, ele marca uma etapa muito importante para mim. Cada projeto consolida ainda mais o meu nome na carreira de atriz e reforça o caminho que estou construindo no audiovisual. É um passo significativo e especial nessa fase da minha trajetória", avalia.
O que realmente motiva Priscila é a possibilidade de transformação que a profissão oferece. "O que mais me motiva é o poder de me diversificar. Eu acho muito divertido poder viver várias pessoas e vários personagens em uma só. Essa possibilidade de transformação, de mudar completamente de universo e energia, é algo que realmente me encanta. A diversidade de papéis é o que me move", conclui.
