O que se sabe do programa de renegociação que tenta frear espiral de endividamento no país
Nesta manhã será lançado o programa de renegociação de dívidas do governo e, o que se sabe até aqui, é que ele abrange as dívidas mais caras, a começar pelo rotativo do cartão de crédito, que teve os juros “reduzidos” em março para 428,3% ao ano — uma dívida caríssima. Também farão parte do programa os débitos no cheque especial e no crédito pessoal, que não é o consignado e, portanto, tem taxas mais altas. Poderão se beneficiar as pessoas que ganham até cinco salários mínimos. O desconto sobre a dívida vai variar de acordo com o tempo de atraso, de 30% a 90%, sendo o restante negociado em até quatro anos. Poderão ser negociadas contas em atraso entre 90 dias e dois anos. Em seu pronunciamento na sexta-feira, o presidente Lula confirmou a possibilidade de uso de até 20% do saldo do FGTS para quitação das dívidas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
