O que é Gemini Gems? Veja como criar 'especialistas de IA personalizados'

 

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As ferramentas de inteligência artificial (IA) são assistentes que podem atuar em diferentes tarefas do dia a dia e, para usuários assíduos da tecnologia, obter um auxílio personalizado pode ser o “pulo do gato” para otimizar o uso. Nesse quesito, o Gemini Gems surge como uma opção interessante. Google aumenta o limite de uso do Gemini 3; veja o que mudou Gemini vai analisar o que você gosta, busca e assiste para te responder melhor Esse recurso elimina a necessidade dos usuários repetirem comandos ao chatbot constantemente. Ao mesmo tempo, permite transformar a ferramenta em uma “especialista” nos interesses e demandas mais frequentes. A seguir, o Canaltech explica detalhes da funcionalidade disponibilizada no Gemini, como: -Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.- O que é Gems? Como funciona o Gems? Para que o Gems serve? Como usar o Gems? O Gems é gratuito? O que é Gems? Gems são versões personalizadas do Gemini que atuam como assistentes focados em tarefas específicas definidas pelos usuários. A ideia é criar versões customizadas do chatbot a partir de um conjunto de instruções enviadas apenas uma única vez. O recurso é uma opção para que não seja mais necessário enviar sempre o mesmo prompt à IA para que ela execute uma atividade, tornando-a um agente especializado em funções pré-estabelecidas. Como funciona o Gems? O Gems funciona a partir de instruções primárias que moldam o comportamento da IA nas interações. Essas orientações funcionam como diretrizes que a tecnologia segue em conversas futuras para gerar respostas personalizadas. Ao receber instruções detalhadas, os Gems passam a adotar um estilo de escrita específico ou a apoiar projetos de codificação de acordo com os interesses estabelecidos pelo usuário, por exemplo. Gems seguem instruções iniciais dos usuários para personalizar respostas nas interações futuras (Imagem: Captura de tela/João Melo/Canaltech) Para que o Gems serve? Na prática, o principal objetivo do Gems é automatizar tarefas repetitivas ou que seguem um certo padrão. Um exemplo comum de uso dessa ferramenta é a criação de um revisor de texto, que se adapta ao estilo de escrita do usuário a partir de instruções e conteúdos anexados à conversa. O recurso também pode ser usado como uma espécie de tutor de estudos, com a IA personalizada para explicar termos complexos de forma simples em uma rotina voltada à escola ou à faculdade. Como usar o Gems? Tanto a criação quanto o uso do Gem são fáceis e intuitivos. Para configurar o assistente personalizado, basta seguir o seguinte caminho: Acesse o Gemini na versão web (tanto no computador como no celular); No menu lateral esquerdo, clique em “Gems”; Na seção “Gerenciador de Gems”, toque no botão “+ Novo Gem”; Configure o assistente nos campos “Nome”, “Descrição” e “Instruções”; Informe se deseja usar uma ferramenta padrão (como Deep Research, Nano Banana ou Veo 3); Adicione arquivos de referência para a geração das respostas; Teste o assistente em “Prévia” e finalize a criação clicando em “Salvar”. Passo a passo para a criação de Gems no Gemini (Imagem: Captura de tela/João Melo/Canaltech) Uma vez criado, o Gem será automaticamente fixado na aba lateral esquerda do Gemini e estará pronto para iniciar as interações. Também é possível atualizar as instruções usadas como “guia” sempre que necessário. Há ainda a opção de selecionar Gems predefinidos pelo Google, como: Coach para estudos; Parceiro de programação; Consultoria de carreira; Geração de ideias; Storybook. O Gems é gratuito? O Gems foi inicialmente liberado apenas para assinantes de planos pagos, mas atualmente está disponível gratuitamente para todos os usuários do Gemini. Confira também no Canaltech: Quais são os modelos do Gemini? Conheça as IAs disponíveis no app do Google Como funciona a nova Inteligência Personalizada do Gemini? O Gemini será a nova IA do iPhone? Veja como será a parceria com o Google VÍDEO: O Gemini é muito bom (e isso é um problema)   Leia a matéria no Canaltech.