O mal que começa na base do futebol brasileiro
No futebol de base brasileiro, o empresário não captura jogadores pela qualidade do aconselhamento; captura famílias pelo alívio. O alívio surge disfarçado de ajuda — empréstimos, despesas pagas, chuteiras, aluguel em dia. Em alguns casos, evolui para “luvas” ou “prêmios de assinatura” de centenas de milhares — ou até milhões — de reais para jovens com potencial extraclasse. Quando os pais percebem o que aceitaram, o futuro do filho já foi comprometido: não por um contrato, mas por dependência. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
