'O mago do Kremlin': instigante ao retratar a volta do modelo stalinista, mas menor quando investe em dramas pessoais
Não espere entender a Rússia de Vladimir Putin em duas horas e meia de cinema, mas “O mago do Kremlin” se esforça para chegar lá. Dirigido pelo francês Olivier Assayas, baseado no romance homônimo do italiano Giuliano da Empoli e com todo mundo falando inglês em Moscou como se aquilo ali fosse Miami, o filme atravessa três décadas de Rússia para tentar explicar como o movimento que dissolveu o regime soviético nos anos 1990 acabou dando a Putin um poder e uma longevidade que poucos líderes tiveram no mundo moderno. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
