O império automobilístico do pai de Gabriel Bortoleto

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Fonte da notícia: Notícias Veja Notícias Veja

O automobilismo é um negócio de família para Gabriel Bortoleto, 22. Enquanto o brasileiro acelera nas pistas da Fórmula 1 pela Audi, seu pai, Lincoln Oliveira, comanda o Grupo Veloci, holding responsável pela Stock Car e outras cinco categorias do automobilismo.

A empresa, que prevê faturar 230 milhões de reais em 2026, pretende chegar aos 500 milhões de reais até 2030, com planos de expansão internacional e abertura de capital na bolsa de valores.  Agora a coluna GENTE também está no Instagram.

Siga o perfil @veja.gente   A relação com as corridas, porém, começou muito antes dos negócios.

O empresário entrou no universo automobilístico acompanhando o filho mais velho, Enzo Bortoleto, que começou no kart aos 6 anos. Gabriel seguiu o mesmo caminho e chegou à principal categoria do esporte em 2025.

A trajetória exigiu investimentos elevados da família. Em entrevista ao InfoMoney, Lincoln revelou ter desembolsado 700 mil euros para financiar uma temporada do caçula na Europa, em 2021, experiência que considerou frustrante.

“Se houvesse um CFO olhando o investimento em um futuro piloto, ele falaria: ‘de jeito nenhum’. Não há segurança nenhuma no retorno”, afirmou.

Hoje, o empresário aposta na Fórmula 4 Brasil para oferecer uma alternativa menos custosa a outros jovens pilotos. A transmissão da paixão pela velocidade entre gerações não é novidade no automobilismo.

Rubens Barrichello, 54, por exemplo, viu os dois filhos seguirem seus passos nas pistas. Eduardo Barrichello, 25, conhecido como Dudu, disputa o Mundial de Endurance, enquanto Fernando Barrichello, 21, apelidado de Fefo, competiu na Fórmula 3 em 2026.

O ex-piloto da Ferrari já revelou que sonha em disputar as 24 Horas de Le Mans ao lado dos herdeiros. Outro brasileiro que passou o gosto pelas corridas adiante foi Nelson Piquet, 74.

Tricampeão mundial de Fórmula 1, ele viu o filho, Nelson Piquet Jr., 41, estrear na categoria pela Renault, em 2008. Após duas temporadas, Nelsinho seguiu para outras competições e, em 2015, tornou-se o primeiro campeão da Fórmula E.

Continua após a publicidade Entre os estrangeiros, a tradição também se repete.

Filho do heptacampeão Michael Schumacher, 57, Mick Schumacher, 27, conquistou o título da Fórmula 2 em 2020 e competiu pela Haas na Fórmula 1 entre 2021 e 2022, antes de migrar para a IndyCar em 2026. Já Max Verstappen, 29, superou os resultados do pai, Jos Verstappen, 54, que disputou a categoria entre 1994 e 2003.

Max conquistou quatro títulos mundiais consecutivos, de 2021 a 2024.  Publicidade

Publicação Original Notícias Veja veja.abril.com.br
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