'O drama', 'A conspiração Condor', 'O mago do Kremlin' e mais: as estreias e os filmes em cartaz
Zendaya e Robert Pattinson contracenam como um casal que planeja um casamento em "O drama", e Jude Law incopora Vladmir Putin no filme "O mago do Kremlin" nas novidades dessa semana. No cinema nacional, duas novidades: "A conspiração Condor", com Mel Lisboa e Pedro Bial, sobre mortes misteriosas de ex-presidentes na ditadura militar, e "Cinco tipos de medo", que rendeu a Xamã o Kikito de melhor ator no Festival de Gramado. Para os fãs de não-ficção, começa nesta semana o festival internacional de documentários "É tudo verdade", com uma programação gratuita de 75 filmes de 25 países diferentes. Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta quinta-feira (2) e os que seguem em cartaz.
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Cinema: Open Air retorna ao Jockey com a maior tela ao ar livre do mundo, filmes vencedores do Oscar, shows e festas
As estreias da semana (9 a 15 de abril)
‘A conspiração Condor’
Ambientado nos anos 1970, o thriller político dirigido por André Sturm traz Mel Lisboa como uma jornalista que começa a investigar as mortes, no mesmo ano, dos ex-presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart durante a ditadura militar. Dan Stulbach e Maria Manoella completam o elenco, com participação de Pedro Bial
'Cinco tipos de medo'
O filme de Bruno Bini não se destaca pela originalidade. A estrutura do roteiro é parecida com a encontrada em outras produções que apresentam tramas engenhosas por meio de idas e vindas no tempo e de lacunas que vão sendo preenchidas e explicadas ao longo da projeção. Também do mesmo modo que em algumas realizações, Bini utiliza um contexto social trágico como matéria-prima para a concepção de um thriller eletrizante. Mas, apesar de não se impor pela inovação, o resultado é competente. Não por acaso, saiu do Festival de Gramado com os Kikitos de melhor filme, ator coadjuvante (Xamã), roteiro e montagem (ambos assinados por Bini). Bonequinho aplaude: leia a crítica.
'O drama'
Convidativo para quem curtiu o caos do argentino “Relatos selvagens” (2014), o americano “O drama” é uma comédia romântica de humor negro com os queridinhos Zendaya e Robert Pattison como protagonistas. Seus personagens engatam um namoro após uma cantada meio sem jeito num café e, poucos anos depois, se veem na preparação da festa de casamento.P arece uma linda história de amor, mas “O drama” capricha nas engrenagens de roteiro para bagunçar o enredo: tem reviravolta, conflito, clímax e desfecho, tudo isso bem marcado na tela como se ensina nos cursos de construção narrativa clássica. Bonequinho olha: leia a crítica completa.
‘Os estranhos: capítulo final’
A saga de terror chega ao fim quando Maya (Madelaine Petsch) precisa enfrentar os assassinos mascarados em um acerto de contas brutal. Dirigido por Renny Harlin
‘A família da fé’
Comédia mexicana sobre a vida e os conflitos de uma família cristã. Direção de Julio Roman, com Pablo Alarson, Paloma Jiménez e Juan Pablo Monterrubio.
'O mago do Kremlin'
Não espere entender a Rússia de Vladimir Putin em duas horas e meia de cinema, mas “O mago do Kremlin” se esforça para chegar lá. Dirigido pelo francês Olivier Assayas, baseado no romance homônimo do italiano Giuliano da Empoli e com todo mundo falando inglês em Moscou como se aquilo ali fosse Miami, o filme atravessa três décadas de Rússia para tentar explicar como o movimento que dissolveu o regime soviético nos anos 1990 acabou dando a Putin um poder e uma longevidade que poucos líderes tiveram no mundo moderno. Bonequinho olha: leia a crítica.
'Pai mãe irmã irmão'
Jim Jarmush, muso do cinema independente dos anos 1980, hoje um senhor de 73 anos, já se envolveu com vampiros e zumbis ( “Amantes eternos”, “Os mortos não morrem”), solitários urbanos (“Paterson”), entre outras tribos. Sua última investida é bem mais família — “Pai Mãe Irmã Irmão”, Leão de Ouro no último Festival de Veneza. Jarmush, também roteirista e co-autor da trilha musical, oferece obra com fotografia requintada, grife Yves Saint Laurent no vestuário e elenco afiadíssimo que fala pouco, mas diz muito. Família, sob a batuta de Jarmush, não é para principiantes. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
‘The mortuary assistant’
Terror baseado no jogo homônimo, acompanha Rebecca Owens, uma recém-formada em ciências mortuárias que aceita um emprego noturno em uma funerária e precisa enfrentar forças sobrenaturais.
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Extra
‘BTS World Tour Arirang in Goyang: live viewing’. Transmissão ao vivo do show do grupo de k-pop BTS em Goyang, na Coreia do Sul, pela turnê 'Arirang', que acompanha o quinto álbum de estúdio da banda. Sessões sábado.
‘Brasil História’. A mostra do Arte Sesc, no Flamengo, traz títulos para ajudar a “desvendar o que não foi descoberto” na História do país. Nesta semana, exibição de “3 Obás de Xangô” (sáb, 13h45), de Sérgio Machado, sobre a amizade entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé, e “Amazônia, a nova minamata?” (15h30), dirigido por Jorge Bodanzky. Grátis. Rua Marquês de Abrantes 99. Até 25 de abril.
Jorge Amado e Carybé em cena de "3 Obás de Xangô"
Divulgação
‘Cinelândia — Cinema na rua’. Projeto na Banca do André exibe o doc “Andança — Os encontros e as memórias de Beth Carvalho”. Grátis. Rua Pedro Lessa. Ter, às 10h30.
É Tudo Verdade. Com 75 filmes de 25 países e todas as sessões gratuitas, o festival internacional de documentário chega à 31ª edição. Com co-curadoria do diretor-fundador Amir Labaki, a programação ocupa três salas do Estação NET Rio. Na sessão de abertura, será exibido o longa de Lírio Ferreira sobre Alceu Valença, “Vivo 76”, dirigido pelo também pernambucano Lírio Ferreira (Sex, 18h30). A programação inclui longas, médias e curtas-metragens brasileiros e internacionais. A programação completa está disponível no site oficial do festival. Até 19 de abril.
Open Air Brasil. Festival ao ar livre volta ao Jockey depois de três anos com a maior tela do mundo e programação de 17 filmes, entre vencedores do Oscar 2026, clássicos e infantis. Shows e festas encerram a noite; nas matinês, há área gastronômica e recreação para crianças. O ingresso inclui pipoca. Sem lugares marcados, o público escolhe entre espreguiçadeiras e arquibancadas. Nesta semana: "Kill Bill: the whole bloody affair" (qua,às 20h, com 4h35 de duração + 15 minutos de intervalo); "A noiva!" (qui, às 20h); "Zootopia 2" (sex, às 18h); "Marty Supreme" (sex, às 21h30.; "DPA 4 — o fantástico reino de Ondion" (sex, às 18h); "O morro dos ventos uivantes" (sáb, às 22h05) "Wicked — parte 2" (dom, às 20h). Jockey Club, Gávea. R$ 90 por sessão, via Sympla. A programação completa está disponível no site do Open Air. Até 11 de abril.
Open Air de volta ao Jockey
Guito Moreto/Agência O Globo
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Filmes que seguem em cartaz
'Barba ensopada de sangue'
Uma história sobre a dificuldade de entender o outro é guiada por um protagonista solitário (interpretado pelo ótimo Gabriel Leone), que sofre de um distúrbio que embaralha ainda mais sua relação com o mundo: a prosopagnosia, condição que o impede de reconhecer rostos. Como se conectar com alguém quando as feições do outro lhe escapam? Baseado no romance homônimo de Daniel Galera, “Barba ensopada de sangue” não tenta oferecer uma resposta direta para essa pergunta. Prefere, em vez disso, explorar os efeitos da ausência de diálogo, empatia e perdão. É um filme sobre desencontros, sobre traumas que atravessam gerações e sobre personagens condenados a viver às cegas, mesmo quando estão fisicamente próximos. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
Gabriel Leone em "Barba ensopada de sangue"
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‘Cara de um, focinho de outro’
Na nova animação da Disney, uma jovem amante dos animais transfere sua consciência para um castor robótico. Infiltrada no mundo animal, ela se une aos bichos para uma aventura inesperada. Na versão brasileira, conta com dublagem de Renata Sorrah. Dirigido por Daniel Chong.
‘Casamento sangrento: A viúva’
Na sequência da comédia de terror de 2019, a atriz Samara Weaving (“Pânico”) interpreta Grace, uma noiva que sobreviveu a um mortal jogo de esconde-esconde e agora se vê novamente envolvida em um ritual macabro, enfrentando forças sobrenaturais em uma nova e ainda mais perigosa rodada do jogo. Dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett.
'Crepúsculo: lua nova'
A saga adolescente vampiresca de Bella, Edward e Jacob volta aos cinemas para comemorar 20 anos do lançamento dos livros de Stephenie Meyer, que deram origem aos filmes.
'A cronologia da água'
O longa de estreia na direção de Kristen Stewart (que ficou conhecida pela saga “Crepúsculo”) é radical: ou o espectador mergulha fundo na trama e prende o fôlego até o fim, ou abandona o excesso de H²O no primeiro capítulo. Seu tema é recorrente, principalmente sob a direção de mulheres, que, finalmente, extravasam a violência sexual sofrida por crianças e jovens. Vítimas de homens, maridos, pais. Sim, pais. Supostamente feitos para “cuidar”, usam e abusam de suas meninas, de forma criminosa. O longa é inspirado na autobiografia da escritora estadunidense Lidia Yuknavitch, coautora do roteiro com Kristen, que merece aplausos pela ousadia da forma turva ou cristalina de representar uma jovem violentada, desde sempre, pelo pai em cenário familiar desestruturado. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
Cena de 'A cronologia da água', estreia de Kristen Stewart na direção
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‘(Des)controle’
Carolina Dieckmann interpreta Kátia Klein, uma escritora bem-sucedida que vê a vida sair do eixo diante das pressões da carreira, do casamento, dos filhos e dos pais. Sóbria há 15 anos e em busca de alívio, passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total. Dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, com Caco Ciocler, Júlia Rabello, Irene Ravache e Daniel Filho no elenco.
'Devoradores de estrelas'
Histórias envolvendo heróis relutantes enviados ao espaço sideral para salvar o planeta de uma ameaça misteriosa têm se provado uma das fontes de diversão mais confiáveis do cinema moderno. Além de inspirado em um best-seller, “Devoradores de estrelas” conta com o aval de astros consagrados, como Ryan Gosling (“Barbie”) e Sandra Hüller (“Anatomia de uma queda”, “Zona de interesse”). O azar do novo filme da dupla Christopher Miller e Phil Lord (a mesma de “Uma aventura Lego”, de 2014) foi transformar o livro homônimo de Andy Weir (o mesmo de “Perdido em Marte”) em argumento para um entretenimento “para toda a família”, o que, em geral, serve de desculpa para uma trama tímida, sentimental e sem imaginação. Bonequinho olha: leia a crítica.
'Devoradores de estrelas', ficção científica com Ryan Gosling
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'O diário da Pilar na Amazônia'
Baseado na série de livros infantis de Flávia Lins e Silva, o filme acompanha Pilar (Lina Flor), uma menina que viaja para a Amazônia com uma rede mágica herdada pelo avô e se junta à ribeirinha Maiara e a seres folclóricos para ajudar a comunidade e impedir o desmatamento. Com direção de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put.
‘Eles vão te matar’
Neste terror, uma jovem aceita um emprego em um arranha-céu em Nova York, mas logo se vê lutando para sobreviver a um culto demoníaco que quer transformá-la em seu próximo sacrifício. Com direção de Kirill Sokolov e Patricia Arquette, Zazie Beetz e Tom Felton no elenco.
'A graça'
O diretor italiano Paolo Sorrentino não é chegado ao minimalismo. Mas a margem de erro é mínima ao lado de Toni Servillo, um dos grandes atores da atualidade. Juntos, pela sétima vez em “A graça”, criador (também roteirista) e criatura (Prêmio Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza 2025) unem forças em obra primorosa. Afinal, o que se passa na cabeça de um presidente a seis meses da aposentadoria? Armar novas alianças, tecer intrigas, derrubar uns e outros? Ficar no poder, custe o que custar? Não, nada disso. Mariano de Santis, o presidente italiano fictício, pensa. Delibera. E cultiva a ambição de chegar a um acordo consigo mesmo, fiel à Justiça, à Ética, aos filhos. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
'A graça', de Paolo Sorrentino
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‘Missão refúgio’
Jason Statham estrela este thriller de ação como um ex-assassino de aluguel que se refugia em uma ilha remota para tentar mudar de vida. Tudo muda quando ele salva uma menina durante uma tempestade, colocando os dois na mira de inimigos. Direção de Ric Roman Waugh, com Naomi Ackie e Bill Nighy no elenco.
‘A mulher mais rica do mundo’
Nesta comédia livremente inspirada em Françoise Bettencourt-Meyers, herdeira do império L’Oréal, Isabelle Huppert interpreta uma idosa muito rica que doa milhões de euros a um artista gay mais jovem com quem tem um relacionamento próximo. Quando sua filha descobre, ela precisa lidar com segredos de família e escândalos. Direção de Thierry Klifa.
'Narciso'
Mais de 25 anos depois de lançar o manifesto “Gênese do cinema negro brasileiro” (apelidado de “Dogma feijoada”) quando ainda era estudante de cinema na USP, o diretor e roteirista Jeferson De lembra, com “Narciso”, que estamos em outro momento dessa discussão. Uma participação muito maior — embora ainda não paritária — de negros na produção audiovisual sustenta, por sua vez, uma saudável diversidade estética, incluindo obras que propõem abordagens poéticas do racismo estrutural, como esta. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa.
'Nuremberg'
O julgamento mais emblemático do século XX foi transformado num teatro hollywoodiano digno de Sessão da Tarde. E nada contra histórias sérias com roupagem pop. Mas a pergunta básica que um crítico sempre se faz é se o tema de um filme se encaixa no estilo. É aí que “Nuremberg” derrapa. Há um descompasso entre a atuação de [Rami] Malek e a de [Russell] Crowe. O primeiro está sempre um tom acima, com expressões exageradas e muitos trejeitos, tudo isso amplificado por uma direção que pesa a mão na montagem e nos efeitos sonoros. Bonequinho dorme: leia a crítica completa.
'Nuremberg', com Rami Malek e Russell Crowe
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‘Pânico 7’
O icônico vilão Ghostface ressurge para assombrar a vida de Sidney Prescott (Neve Campbell) novamente, quando sua filha se torna alvo do assassino. No elenco, outros atores do filme original, como Courteney Cox e David Arquette. Dirigido por Kevin Williamson.
'Ruas da Glória'
Felipe Sholl destaca o Rio de Janeiro da vida boêmia nos bares e boates, da prática da prostituição nas ruas e do sopro revigorante da praia. As imagens de alguns desses espaços são, de certo modo, documentadas pelos próprios personagens. Já o público tem acesso mais amplo a uma cidade noturna, repleta de corpos que oscilam entre os extremos de prazer e sofrimento. Bonequinho olha: leia a crítica completa.
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‘Super Mario Galaxy: o filme’
Depois de salvar o mundo, Mario e seus amigos precisam juntar forças novamente para combater Wario e Bowser Jr. Direção de Aaron Horvat e Michael Jelenic.
‘A última ceia’
Produção americana de Mauro Borrelli que reconstrói os dias que antecederam a crucificação de Jesus Cristo, interpretado por Jamie Ward.
‘Uma segunda chance’
Na nova adaptação da obra de Colleen Hoover, uma mulher (Maika Monroe) retorna à cidade natal após passar sete anos presa, determinada a reconstruir a própria vida e se reaproximar da filha pequena. Dirigido por Vanessa Caswill.
'Valor sentimental'
A premissa do longa-metragem do diretor norueguês Joachim Trier, um dos filmes mais celebrados do ano, é usar o cinema como metáfora para uma relação familiar. Os protagonistas são Nora (vivida pela sempre talentosa Renate Reinsve), atriz que convive com frustrações pessoais e profissionais; e Gustav (o também brilhante Stellan Skarsgård), um cineasta de sucesso internacional que se prepara para fazer um novo filme. Nesse caso, não é exatamente um filme qualquer: fica muito evidente logo para os espectadores que Gustav quer usar o cinema para enfrentar seus fantasmas do passado e se entender com Nora. Bonequinho olha: leia a crítica.
'Velhos bandidos'
O investimento num elenco formado majoritariamente por artistas idosos é louvável. Em “Velhos bandidos”, filme de Claudio Torres, Fernanda Montenegro e Ary Fontoura interpretam Marta e Rodolfo, casal envolvido num roubo a banco. Dividem o protagonismo com Vladimir Brichta e Bruna Marquezine, que fazem uma dupla de assaltantes, Sid e Nancy. As ótimas intenções, porém, superam o resultado devido à fragilidade do roteiro (de Torres, Fabio Mendes e Renan Flumian). Apesar das restrições, retoma a parceria entre Fernanda Montenegro e Claudio Torres, mãe e filho artisticamente unidos pelo cinema. Bonequinho olha: leia a crítica.
Fernanda Montenegro, Vladimir Brichta, Bruna Marquezine e Ary Fontoura em cena de "Velhos bandidos", de Claudio Torres
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‘O velho Fusca’
Produção nacional estrelada por Danton Mello, Cleo Pires, Christian Malheiros e Tonico Pereira, com direção de Emiliano Ruschel. Um jovem faz um acordo com o avô durão para herdar seu Fusca, mas, para isso, terá que driblar uma briga que divide a família.
‘Verdade & traição’
Durante a Segunda Guerra Mundial, o adolescente Helmuth (Ewan Horrocks), de 16 anos, forma um grupo de resistência com dois amigos após ver um colega judeu ser preso pelos nazistas. Os três acabam julgados na mais alta corte da Alemanha nazista.
‘Vingadora’
Nesta ação, a atriz Milla Jovovich (“Resident Evil”) interpreta uma ex-militar heroína de guerra que parte em uma caçada de vingança quando sua filha é sequestrada por criminosos perigosos. Dirigido por Adrian Grunberg (“Rambo: Até o fim”).
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