O destino do anjo esculpido de Aleijadinho

 

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Foi encontrada uma solução salomônica para o destino de uma peça de Aleijadinho (1738-1814), nosso maior artista do período colonial brasileiro. Trata-se de um anjo esculpido em pedra-sabão, para o conjunto de um lavabo, que pertence a uma coleção particular.

A peça estava sendo disputada pelos museus Nacional de Belas Artes, do Rio, e da Inconfidência, de Ouro Preto. A decisão foi pela guarda compartilhada entre os dois museus federais — mas depende da Lei Rouanet.