O anjinho mau dormiu no ponto
Não sou de chorar em sala de cinema ou teatro. Não por timidez ou constrangimento, mas, talvez por trabalhar na área, é difícil me pegar. Antes que eu libere a lágrima, vem um anjinho mau e fala no meu ouvido: “Ah, subiram a música pra gente se emocionar, né?” ou “Olha lá, estão apelando para o close”. Pensamentos de que não me orgulho porque racionalizam a experiência, mas é mais forte do que a minha vontade. Talvez por isso a surpresa quando, na maratona de filmes indicados ao Oscar, me peguei chorando no cinema. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
