A rede de atacarejo Assaí foi envolvida diretamente nas investigações de pagamento de propina para supostamente destravar, acelerar e deferir os pedidos de ressarcimento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços/ST (ICMS-ST) em São Paulo, segundo medida cautelar de busca e apreensão da nova etapa da Operação Ícaro.
A empresa teria pago quase R$ 53 milhões a um advogado, preso nesta quinta-feira em investigação do Ministério Público de São Paulo (MPSP), para obter a liberação mais acelerada dos créditos, apurou o Valor com base na documentação da investigação.
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O almoço que ‘entregou’ Assaí, Casas Bahia e Dia ao MP; a propina de 1% a 2,5%
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