Num campeonato polarizado entre Palmeiras e Flamengo, surge novo coadjuvante: o Fluminense de Zubeldía

 

Fonte:


Num campeonato tão polarizado como o Brasileiro, com atenções divididas entre Palmeiras e Flamengo, surge novo coadjuvante: o Fluminense de Zubeldía. A oitava vitória em 13 rodadas manteve o time no terceiro lugar, com a mesma pontuação do Flamengo que ontem amassou o Atlético-MG. Nunca na história dos pontos corridos a dupla Fla-Flu terminou o turno entre os três primeiros.

ATLÉTICO-MG 0 x 4 FLAMENGO

Bastaram 45 minutos para o time de Leonardo Jardim mostrar sua superioridade técnica e decidir o duelo. O técnico português conseguiu a maturação de uma formação que já vinha sendo treinada por Filipe Luís, com Lino e Plata nas pontas, e Arrascaeta e Pedro se associando por dentro. Hoje o Flamengo joga o melhor futebol da Série A. A liderança é do Palmeiras, mas quem tem produzido encantamento é mesmo o atual campeão.

FLUMINENSE 2 x 1 CHAPECOENSE

É estranho que um time que tenha 71% de posse, 740 passes trocados e 30 finalizações sofra para vencer um confronto. Mas foi o que ocorreu com o Fluminense no Maracanã. O time de Zubeldía transformou o goleiro Anderson, da Chapecoense, no destaque da partida. Na cola de Palmeiras e Flamengo, os tricolores agora se animam com a possibilidade de contratar Hulk, o veterano em litígio com o Galo. Pode ser a peça que falta.

BOTAFOGO 2 x 2 INTERNACIONAL

Em meio a um caos institucional, o time alvinegro, por ora nas mãos do português Franclim Carvalho, entrega bons jogos. Senão do ponto de vista estético, ao menos com bom padrão de competitividade. O empate no Mané Garrincha, em Brasília, não foi o melhor dos mundos para um mandante, mas, pelo contexto, não foi desanimador. Ao contrário: o volante Medina e o meia Danilo, autores dos gols do Botafogo, deixaram ótimas impressões (de novo!), sobretudo na fase final.

CORINTHIANS 1 X 0 VASCO

Com um meio de campo pobre, sem meia de criação, o Vasco perdeu outra vez para o Corinthians — adversário que ele não vence desde 2007. E será difícil o time de Renato Gaúcho engrenar enquanto ele mantiver a ideia dos três volantes, limitado, ofensivamente, às investidas de Andrés Gómez. Sem Rojas e Adson, meias que só entraram no segundo tempo, o Vasco fez um jogo medíocre, mesmo com um jogador a mais no tempo final.