Nove suspeitos são presos por fraude em ingressos do Louvre; prejuízo ao museu foi de R$ 61,4 milhões

 

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Nove pessoas foram detidas como suspeitas de fraude relativa aos ingressos do Louvre e do Palácio de Versalhes, informou nesta quinta-feira o Ministério Público de Paris, que estima um prejuízo de mais de "10 milhões de euros" (R$ 61,4 milhões) para o museu.

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Entre os presos estão dois agentes do Louvre, guias turísticos e uma pessoa "suspeita de ter organizado a rede", detalhou o MP parisiense.

O Louvre, o museu mais visitado do mundo, está no olho do furacão desde o roubo de joias da Coroa avaliadas em mais de 100 milhões de dólares (R$ 518,3 milhões, na cotação atual) em outubro. Um mês depois, o estabelecimento fechou uma galeria devido à deterioração do edifício.

A operação foi realizada após "um alerta do Museu do Louvre", disse uma porta-voz do estabelecimento.

"A partir dos elementos de que o museu dispõe, suspeitamos da existência de uma rede que organiza uma fraude em grande escala", acrescentou.

De acordo com o Ministério Público de Paris, vários guias, alguns deles chineses, "reutilizavam os ingressos várias vezes para pessoas diferentes".

Desde meados de dezembro, funcionários convocaram múltiplas greves para exigir melhorias nas condições de trabalho no local, que recebeu nove milhões de visitantes em 2025.