Nova cena noturna de São Paulo tem de festas em terraços e subsolos a serviços na madrugada
Nos últimos tempos, quem visita São Paulo passou a questionar a alcunha de “cidade que não dorme” da maior metrópole da América Latina. No imaginário popular, as ruas da capital paulista seriam apinhadas de gente, os comércios sempre estariam abertos e as opções de entretenimento seriam quase ilimitadas. É verdade que a cidade tem passado por mudanças, e o cenário noturno ganhou novos contornos, atribuídos à chegada dos aplicativos de entrega, à mudança de hábitos e costumes e até a leis e iniciativas criadas pelo poder público. Mesmo assim, São Paulo continua sem dormir. Mas agora a portas fechadas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
