‘Nojo, ódio e rancor’: Francês relata ‘calvário’ de cinco meses em prisões da Venezuela após ser acusado de espionagem
O cidadão francês Camilo Castro, de 41 anos, descreve como um “calvário” os cinco meses que passou detido em prisões venezuelanas, onde afirma ter sido acusado de espionagem e ameaçado de tortura por agentes do Estado. Em liberdade desde novembro, o professor de ioga relatou à agência AFP as experiências vividas no período em que esteve sob custódia das forças de segurança do país, descrevendo os momentos detido como de “nojo, ódio e rancor”, mas também de “amor, esperança e compaixão por um povo inteiro”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
