No futebol brasileiro, craque pode até ser feito em casa, mas não fica

 

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De uns tempos para cá, jogadores jovens, especialmente quando interessam ao futebol europeu, passaram a ser chamados de “joias” por vocês da imprensa. E a lógica é a mesma do uso do termo “histórico” para se referir a qualquer jogo, gol ou lance que chame a atenção: se todos são, chega-se a um ponto em que nenhum é. Alguns itens da joalheria brilham cedo, é verdade. Vinicius Junior e Estêvão, negociados antes mesmo de completar 18 anos, logo se tornaram titulares do Real Madrid, do Chelsea e da seleção brasileira. E os clubes que os revelaram, Flamengo e Palmeiras, passaram do bilhão de reais em vendas de suas revelações, num pacote que também incluiu Lucas Paquetá, Endrick e outros. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.