Maior gestora de recursos do mundo, com US$ 15,5 trilhões sob gestão, a BlackRock atua no Brasil com administração de investimentos, fundos, assessoria financeira e consultoria para family offices e investidores institucionais. Depois da “segunda-feira sangrenta” com a vitória de Lula nas eleições presidenciais, Bruno Barino, CEO da BlackRock no Brasil, diz que é preciso olhar a longo prazo e cita motivos para otimismo: o país vai se tornar a oitava economia do mundo e tem grandes oportunidades em infraestrutura e data centers.
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O Globo