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No ar em 'Avenida Brasil' e 'Fúria', Gabriel Chadan é confirmado em 'Paraíso Perdido'

Fonte: Bandeira da fonte

Gabriel Chadan, de 38 anos, foi confirmado no elenco de Paraíso Perdido, próxima novela Original Globoplay, inspirada em obras de Nelson Rodrigues.
Com nomes como Alexandre Nero, Alanis Guillen e Juan Paiva no elenco, a trrma eúne personagens e conflitos de A Mulher sem Pecado, Toda Nudez Será Castigada, Bonitinha, mas Ordinária e Os Sete Gatinhos, quatro clássicos do dramaturgo.

"É uma novidade quentíssima.
Fui convidado para participar de Paraíso Perdido, inspirada em histórias do grande Nelson Rodrigues.
É um projeto dos Estúdios Globo, com um elenco que promete muito", afirma o ator, que também está no elenco da série Fúria, na Netflix, em que interpreta Tanque, um campeão de MMA.

Para o papel, Chadan se dedicou durante quase seis meses, entre preparação e gravações "Tinha treinos diários de musculação, alimentação específica e fisioterapia.
Em média, de 12 a 15 horas dedicadas a isso.
Realmente, vivi a vida de um lutador.
Por sinal, que vida dura! Os atletas são verdadeiros guerreiros."
O campeão de MMA não foi primeiro atleta interpretado pelo ator.
Ele também viveu o jogador de futebol Wallerson na novela Avenida Brasil (Globo, 2012).
Atualmente reprisada no Vale a pena ver de novo, o personagem entra em breve na história, como craque do Flamengo, com cenas ao lado de Suelen (Isis Valverde) e Leandro (Thiago Martins).
"Consegui viver sonhos de infância com este papel: jogar futebol em um grande time", afirma o ator, ressaltando que, diferentemente do personagem, é torcedor do Palmeiras.
Paralelamente à atuação, ele tem projetos musicais.
"Faço direção artística de projetos de outros artistas, como Jeff.e, Winnit, entre outros.
Já tive o prazer de dirigir Terra Blanco e Ney Matogrosso na música e no clipe de História Mal Contada, do álbum Nem Tudo São Dores", afirma Chadan, que é casado com a atriz e cantora Terra Blanco, com quem tem uma filha, Gaia, de 7 anos.
"Ser pai mudou minha vida", afirma.
Quem: Como tem sido a repercussão de Fúria?
Gabriel Chadan: Incrível! O melhor termômetro é a rua, o público.
Tenho recebido muitas mensagens da galera nas redes sociais.
Na rua também, muita gente fala comigo sobre a série, me reconhece.
São muitos elogios e sempre com a mesma pergunta: “E aí, vai ter segunda temporada?”.
Mesmo não sabendo responder ainda, acho esse um ótimo indicador de que a série está chegando às pessoas.
Ainda mais nos dias de hoje, com tantas possibilidades.
Estamos no Top 1 nacional e Top 2 mundial na Netflix.
Gabriel Chadan
Brunno Rangel
Você teve uma preparação especial para interpretar o Tanque?
Foram quase seis meses de trabalho duro, entre preparação — que nunca parou durante todo o processo — e gravações.
Além de oito horas de treinos de lutas específicas e coreografias com o Peter Lee, profissional norte-americano que fez parte de grandes produções internacionais e foi o responsável por esse setor na nossa série, também tinha treinos diários de musculação, alimentação específica, recuperação e fisioterapia.
Em média, de 12 a 15 horas dedicadas a isso.
Realmente, vivi a vida de um lutador.
Por sinal, que vida dura! Os atletas são verdadeiros guerreiros.
Seu personagem é um campeão de MMA.
Você já tinha alguma familiaridade com o esporte?
Sempre fui do futebol, skate, surfe e, depois de mais velho, da corrida também.
Claro que o universo da luta sempre esteve a minha volta.
Gosto de acompanhar nossos lutadores, sou muito fã do Poatan, Anderson Silva, Léo Cerboni e outros.
O fato de ser um cara que vive esportes em geral, a habilidade adquirida ao longo de muitos anos na dança, a estrutura e a equipe muito competente de preparação.
Acredito que esse conjunto trouxe o resultado.
MC Cabelinho e Gabriel Chadan interpretam os lutadores de MMA Júnior Malamute e Tanque na série 'Fúria'
Divulgação
Quais esportes estão incorporados à sua rotina? Você curte se exercitar com regularidade?
Varia de acordo com os projetos que estou fazendo e com o que cada corpo pede.
Amo surfe, skate e futebol.
Corrida é minha nova paixão.
Pratico há quatro anos e me faz muito bem -- para o corpo e, principalmente, para a mente.
Também faço musculação, indispensável para a saúde de qualquer pessoa.
Além de Fúria, o público poderá te ver, em breve, nos próximos capítulos da reprise de Avenida Brasil.
Você era fã da novela quando foi chamado para interpretar o Wallerson.
Quais recordações você guarda deste trabalho? Foi uma chance de realizar o sonho de infância de ser jogador de futebol?
Tenho muito orgulho de fazer parte de uma das maiores novelas da história da televisão.
Como entrei no meio do projeto, a novela já estava bombando muito, era um sucesso nacional e, comigo, não era diferente.
Assistia todos os dias e pensava: “Imagina fazer parte disso”.
Tinha saído de Malhação havia poucos meses, estava me organizando.
O Luciano Rabelo (produtor de elenco) me ligou, inicialmente para outro projeto, mas preferiu segurar para uma possibilidade melhor.
Fiquei arrasado, mas, depois de uma semana, ele me liga e fala quatro palavras: “Avenida Brasil, jogador, Flamengo”.
Topei na hora.
Foi um grande presente.
Fui muito bem recebido pela Isis Valverde, de quem já admirava muito o trabalho, e pelo Thiaguinho Martins, que já era amigo de outros tempos.
Nessa época, eu morava no Vidigal e estava numa situação de muita correria.
Depois de dois dias, estava no clube do Flamengo, na Gávea, gravando a novela.
Um presente! Além disso, com meus personagens, consegui viver sonhos de infância, como jogar futebol em um grande time.
Mas, só para deixar claro, sou palmeirense.
Nas redes sociais, você tem uma postura discreta, mas não esconde o lado paizão e, inclusive, incentiva que os esportes façam parte da vida da sua filha.
Que valores procura transmitir para a educação da Gaia?
Ser pai mudou minha vida.
E acredito que o esporte e a arte são os melhores formadores de caráter e princípios.
Eles te ajudam a perceber a vida, lidar com diferenças, ganhar, perder, respeitar o processo e construir.
O esporte é a base para uma vida mais saudável, longa e feliz.
Não gosto de expor minha vida pessoal, mas acredito que meu lifestyle pode servir de inspiração para outras pessoas.
Acredito que temos que ocupar o “mundo” digital com coisas boas e inspiradoras.
É a única forma de melhorar o tal do algoritmo.
Gabriel Chadan com a esposa, a atriz e cantora Terra Blanco, e a filha do casal, Gaia
Reprodução/Instagram
Neste segundo semestre de 2026, além da estreia de Fúria, você tem novos planos profissionais? Algo que possa adiantar?
Estou em um momento muito legal.
A pandemia foi muito difícil para todos.
Levei um tempo para reorganizar as coisas e me restabelecer.
Além de Fúria, na Netflix, estou com DNA do Crime, série de ação policial que está indo para a terceira temporada, e Juacas, uma série adolescente que se passa no universo do surfe, um grande sucesso da Disney que está de volta.
Em outubro, estreio na série Ben-Hur, na Disney+ e Univervideo.
E uma novidade quentíssima: fui convidado para Paraíso Perdido, inspirada em histórias do grande Nelson Rodrigues.
É um projeto dos Estúdios Globo, com um elenco que promete muito.
Gabriel Chadan
Brunno Rangel
E a carreira musical? Depois de anos como vocalista da Fulanos & Ciclanos, você agora está na direção do grupo?
O último disco produzido foi em 2022.
Temos mais de 30 músicas lançadas e clipes, viajamos pelo Brasil, gravamos com grandes artistas, como MV Bill.
Foram 12 anos sem parar.
Precisei dar um respiro para a minha cabeça e focar no meu trabalho como ator.
Mas não parei com a música, não.
Faço direção artística de projetos de outros artistas, como Terra Blanco, Jeff.e, Winnit, entre outros.
Projetos que me completam e me inspiram.
Amo.
No passado, tive o prazer de dirigir Terra Blanco e Ney Matogrosso na música e no clipe de História Mal Contada, do álbum Nem Tudo São Dores.
Isso é inacreditável!
Tem o desejo de voltar a cantar profissionalmente?
Sim.
Há um ano venho escrevendo novas músicas e tenho gostado muito.
Não sei exatamente quando, mas já, já os Fulanos & Ciclanos têm produção nova.
Gabriel Chadan
Brunno Rangel