Nem mesmo os agentes de inteligência artificial conseguem driblar as desigualdades de gênero presentes no mercado de trabalho. É o que concluiu um estudo publicado por pesquisadores das Universidades de Limerick, na Irlanda, e de Zurique, na Suíça.
No trabalho, eles constataram que a aparência e o gênero atribuídos a um agente de IA influenciam na forma como as pessoas se relacionam com a ferramenta. O resultado foi que bots de aparência feminina acabaram recebendo salários menores que seus colegas "homens". Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo