Enquanto boa parte dos exportadores e dos economistas se colocam contra qualquer atitude retaliação brasileira a nova onda de tarifas impostas pelo governo americano, Philip Yang, fundador Instituto de Urbanismo e Estudos para a Metrópole (Urbem) e conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) surge como uma voz dissonante. Mestre em Administração Pública pela Harvard Kennedy School e ex-diplomata, ele defende precisamos falar no "idioma" de Donald Trump para sermos ouvidos. O caminho para uma retaliação eficiente, afirma, foi traçado pelo próprio governo americano e a longa de lista de exceções a taxação, que mostra quais os produtos em que a dependência americana em relação ao Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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'Negociação não é alternativa à firmeza; é consequência dela', diz Philip Yang, ex-diplomata que defende retaliação do Brasil a tarifaço dos EUA
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