Nasa vai registrar com iPhones sobrevoo lunar na missão Artemis, em iniciativa inédita
Astronautas da Nasa que se aventurarão mais profundamente no espaço do que qualquer ser humano já viajou poderão documentar e compartilhar imagens da missão histórica à Lua no próximo mês usando iPhones da Apple. Os aparelhos serão fornecidos pela própria Nasa.
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As tripulações que realizarão um sobrevoo lunar como parte do programa Artemis, bem como uma missão anterior à Estação Espacial Internacional agora em fevereiro, voarão com “os smartphones mais recentes”, afirmou o administrador da agência espacial americana, Jared Isaacman, em uma publicação nas redes sociais.
— Estamos dando às nossas tripulações as ferramentas para capturar momentos especiais para suas famílias e compartilhar imagens e vídeos inspiradores com o mundo — disse Isaacman, ex-diretor executivo de uma empresa de pagamentos móveis.
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Os smartphones fornecidos para os próximos voos são iPhones, mas a agência informou que outros dispositivos poderão ser certificados no futuro. Antes disso, nenhum telefone havia sido licenciado para voo espacial a bordo de uma espaçonave da Nasa.
— É uma estreia para nós, embora isso já venha sendo feito com segurança em voos espaciais comerciais há cerca de uma década — disse a porta-voz da Nasa, Bethany Stevens.
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Isaacman levou um smartphone a bordo de seu voo espacial comercial em 2024.
— Desafiamos processos antigos e qualificamos hardware moderno para voo espacial em um cronograma acelerado — acrescentou Isaacman.
O executivo escolhido pelo presidente Donald Trump para comandar a agência prometeu reduzir a burocracia da Nasa e estreitar laços com empresas do setor privado, incluindo a SpaceX, de Elon Musk, em uma tentativa de acelerar o trabalho da agência.
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É raro que produtos disponíveis comercialmente sejam usados em missões espaciais, que normalmente exigem testes de equipamentos muito mais rigorosos.
O cronógrafo Speedmaster Professional, da Omega, foi usado durante as missões Apollo e se tornou o primeiro relógio usado na Lua. Hoje, ele está em exibição no Museu Nacional do Ar e do Espaço do Smithsonian — mas também pode ser comprado por qualquer pessoa com cerca de US$ 7.500 (R$ 46.432).
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