Não vai ter eleição no Rio
No dia 26 de março, o ex-prefeito e pré-candidato ao governo do Rio Eduardo Paes (PSD) defendeu que ocorressem eleições diretas no estado depois da condenação do ex-governador Cláudio Castro (PL) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dois dias depois, seu principal adversário, o deputado estadual Douglas Ruas (PL), gravou um vídeo concordando com uma votação popular antes de outubro para concluir o mandato deixado vago por Castro no Palácio Guanabara. Passados 50 dias do posicionamento dos dois principais grupos políticos do Rio, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto, segue como governador, e os dois lados não fazem barulho sobre a interinidade do magistrado, baseada numa liminar do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). O silêncio dos grupos tem explicação: a turma ligada a Paes se calou por conveniência. A de Ruas, por medo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
