Não faria um cruzeiro nem se me pagassem
Não há meio-termo com cruzeiros. Ou você ama ou odeia. Quanto mais gigantesco o navio-cidade, maior é a polarização. De um lado, os que sonham com férias flutuantes nos transatlânticos. Do outro, os que esconjuram esse lazer como pesadelo. Quando ocorre um surto de hantavÃrus com mortes, autoisolamento, impossibilidade de desembarcar e voltar pra casa, penso: é roteiro de filme de terror. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
