Se hoje são políticos como o senador Flávio Bolsonaro, jornalistas, pessoas comuns e até uma juíza, identificados com a Direita, que buscam asilo e proteção dos Estados Unidos, os perseguidos políticos na ditadura militar também eram opositores, mas de esquerda, que o regime buscava neutralizar com acusações improváveis de “subversão”, alguns até mesmo de “terrorismo” contra figuras como os ex-governadores Leonel Brizola e Miguel Arraes ou o ex-presidente Juscelino Kubitschek.
A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder. O regime tinha a própria versão da tal “tentativa violenta de abolição ao estado de direito”.
Era como conseguia neutralizar opositores incômodos. Brizola, Arraes e JK foram perseguidos, presos e exilados sob a pecha de “subversão” e de “tentativa de quebra da ordem constitucional”.
Na ditadura, também era comum banir opositores da atividade política, acusando-os de “crime contra segurança nacional” e até “corrupção”.
Diario do poder