Mundo cor-de-rosa: Virginia e sócios são investigados pela PF após transações milionárias suspeitas
Pelo menos 38 empresas ativas estão no nome de Virginia Fonseca. Elas foram fundadas entre 2021 e 2026. Quatro delas, após a separação de Zé Felipe. A maioria, porém, foi aberta entre 2023 e 2024, momento em que se tornou sócia da We Pink.
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Ao lado do casal Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, além do chinês Chaopeng Tan, ela se tornou sócia e imagem de um império cor-de-rosa que faturou mais de R$ 1 bilhão em 2025, segundo números declarados pela empresa de cosméticos.
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O valor inimaginável para uma marca que só está há quase quatro anos no mercado também chamou atenção dos investigadores, conforme apurou a reportagem da revista "Piauí". Antes, no entanto, as transações bancárias da Talismã Digital já levantavam dúvidas.
Virginia Fonseca e Samara Pink na inauguração da WePink em 2021
Reprodução/Instagram
Em 2024, a Talismã Digital recebeu R$ 22,4 milhões em apenas sete meses. No mesmo ano, a WPink Suplementos, outro braço das empresas de Virginia, movimentou R$ 43,6 milhões de reais num curtíssimo espaço de tempo, e entrou na mira do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
No caso, a Talismã ainda pertencia a Zé Felipe e a então esposa, e a justificativa dos advogados da influenciadora é de que o valor é referente a "campanhas publicitárias devidamente contratadas”. O repasse foi feito por uma empresa chamada AMP Pay Marketing e Negócios, inscrita no Simples e que existe desde 2023 no mercado.
Virginia Fonseca
Reprodução/Instagram
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A última como casal de Virginia e Zé Felipe, em 18 de maio
Instagram
Jatinho de Virginia e Zé Felipe
Reprodução/Instagram
