Mulher envolvida em famosa farsa racial vira coach sexual
Uma mulher que ficou famosa por uma farsa racial em 2015 revelou uma nova atividade: coach sexual.
A americana nascida Rachel Dolezal, de 48 anos, que ficou famosa ao se dizer negra, revelou ter se certificado como coach a fim de "poder pagar as contas", de acordo com reportagem no "Daily Mail".
A americana, que agora usa legalmente o nome Nkechi Diallo, provocou indignação generalizada há uma década, quando foi revelado que ela havia nascido branca, mas se apresentava como uma mulher negra. O nome escolhido ter inspiração na Nigéria. Ela chegou a atuar como presidente de uma filial da NAACP (Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor) em Spokane (Washington, EUA).
Após viralizar, Nkechi passou a vender conteúdo erótico no OnlyFans.
"As pessoas sugeriam: 'Já que você é conhecida, que você faça isso, você vai ficar milionária'. Mas nada disso deu certo. Eu não sou milionária, mas (o OnlyFans) pagou mais contas do que qualquer outra coisa", contou ela.
A sua carreira erótica, no entanto, fez com que Nkechi fosse demitida do posto de orientadora educacional numa escola em Catalina Foothills (Arizona). A direção do colégio considerou as duas carreiras incompatíveis.
Rachel-Nkechi disse que pretende usar a sua qualificação como coach sexual e sua página no OnlyFans para ajudar mães solo a melhorar as suas vidas sexuais.
Nkechi Diallo, ex-Rachel Dolezal, causou revolta ao afirmar ser negra
Reprodução
A moradora de Tucson (Arizona, EUA) declarou, ainda, que lamenta o fato de ainda ser atacada mais de dez anos após a polêmica.
"Podemos concordar em discordar e ainda nos respeitar. E permitir que cada um sustente sua família, sem essa necessidade de me manter, ou qualquer outra pesso, punida para sempre?", desabafou ela.
