Mulher descobre câncer de mama agressivo após atitude inusitada de seu cachorro; saiba a história

 

Fonte:


Existe um ditado que diz que "os cachorros conseguem ser os melhores amigos das pessoas", mas o que poucos percebem no dia a dia é que essa frase não é apenas um ditado, é um fato! Como exemplo disso, tem-se a história da vida de Chase Johnson, moradora da Carolina do Norte (EUA), que foi transformada após o seu cachorro fazer um gesto inusitado que a fez descobrir um câncer de mama em estágio agressivo.


Como ela descobriu o câncer de mama?


Tudo começou no ano de 2021, quando a advogada Chase, de 36 anos, percebeu que o seu labrador chamado "Ceto" passou dias choramingando e ansioso perto da tutora, o que fez com que ela estranhasse o jeito dele, que não era comum. Foi então que, em um dia específico, o animal cutucou seu seio esquerdo com o focinho, onde ela mal sabia que tinha um nódulo. 


Devido ao comportamento estranho e melancólico de Ceto, a advogada decidiu procurar um médico para fazer alguns exames e logo foi diagnosticada com câncer de mama triplo-negativo (CMTN), uma das formas mais agressivas da doença. Imediatamente, ela também iniciou o tratamento para a cura, que envolveu quimioterapia, radioterapia, lumpectomia, além da remoção dos linfonodos.


VEJA MAIS


[[(standard.Article) Jessie J é internada e descobre infecção após diagnóstico de câncer de mama]]


[[(standard.Article) Após confundir sintomas com gripe, homem descobre tumor cerebral grave]]


[[(standard.Article) Apresentador do SBT descobre nódulo ao realizar exame ao vivo durante programa]]


Um herói canino


Cinco anos após uma rotina intensa de tratamentos, a americana encontra-se atualmente curada do câncer de mama e ela revelou que Ceto foi uma ajuda primordial para que ela enxergasse que estava em estado grave. Além disso, Chase disse ainda que o animal foi um verdadeiro herói.


Mas antes de ajudar no diagnóstico da advogada, o cachorro também já havia auxiliado na descoberta do câncer de cólon de seu marido, Ben Byrn. “Se eu não tivesse o Ceto, e se eu não tivesse tido essa experiência anterior com meu marido, talvez eu não estivesse aqui”, finalizou Chase.


(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)