Mulher acusada de tentar matar Rihanna passará por avaliação psiquiátrica nos EUA
A Justiça de Los Angeles determinou que a mulher acusada de tentar matar a cantora Rihanna seja submetida a uma avaliação de saúde mental antes do avanço do processo criminal. A decisão suspende temporariamente a ação contra Ivanna Lisette Ortiz, de 35 anos, acusada de disparar mais de 20 tiros contra a residência da artista e do rapper A$AP Rocky em março deste ano.
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Segundo documentos judiciais, o advogado de defesa afirmou ao tribunal ter dúvidas sobre a capacidade mental da acusada para compreender o processo e colaborar racionalmente com sua defesa. A juíza Shannon K. Cooley determinou exames psiquiátricos e transferiu provisoriamente o caso para um tribunal especializado em saúde mental em Hollywood.
Ortiz responde por tentativa de homicídio, dez acusações de agressão com arma semiautomática e outros crimes relacionados ao ataque. Ela se declarou inocente. Caso seja considerada incapaz para enfrentar julgamento, poderá permanecer internada em um hospital psiquiátrico estadual até que seja considerada apta judicialmente.
De acordo com investigadores, a suspeita chegou em um Tesla à propriedade do casal em Beverly Hills em 8 de março e disparou um rifle estilo AR-15 em direção à casa e a um imóvel vizinho. Nenhuma pessoa ficou ferida, mas tiros atingiram um trailer onde Rihanna e A$AP Rocky estavam e também a área externa do quarto das crianças do casal, que estavam acompanhadas da babá.
Após a prisão, Ortiz teria dito à polícia que "não estava tentando cometer assassinato".
As autoridades afirmam que ainda não identificaram a motivação do ataque nem esclareceram se havia alguma relação entre a acusada e Rihanna. Registros públicos apontam que Ortiz atuava havia mais de uma década como fonoaudióloga licenciada e não possuía antecedentes criminais.
