O seguro nega cobertura por álcool após batida de carro no poste O seguro nega cobertura por álcool quando o motorista decide dirigir depois de beber, mesmo que sejam poucas doses.
A Justiça brasileira apoia a decisão das empresas de não pagar o conserto do veículo nesses casos. Quando o condutor consome bebida alcoólica e se envolve em um acidente, o prejuízo costuma cair direto no bolso dele.
As empresas consideram que rodar alcoolizado é um risco desnecessário e cortam a proteção na hora. Se o prejuízo do veículo chegar a R$ 40 mil, por exemplo, o dono do carro assume toda a conta da oficina.
Nem mesmo a alegação de ter tomado só duas cervejas alivia a situação com a empresa. O documento feito pela Polícia Militar no local do acidente serve como prova principal para o processo de análise.
Se o policial registrar sinais de embriaguez, a empresa trava o reembolso do sinistro imediatamente. A anotação da autoridade vale como registro oficial do estado do condutor no momento da colisão.
Sem esse papel limpo, fica impossível receber qualquer quantia prevista na apólice contratada. O Superior Tribunal de Justiça entende que beber antes de guiar é um ato de agravamento intencional do risco.
Essa infração quebra as regras básicas de qualquer contrato de proteção veicular no Brasil. Veja como funciona o entendimento jurídico sobre o assunto:
Abaixo está o comparativo dos impactos financeiros após a batida do veículo no poste. A única saída 100% segura para manter seu direito é não misturar bebida e direção em nenhuma hipótese.
Chamar um aplicativo de transporte sai infinitamente mais barato do que pagar o conserto do motor do seu bolso. Se você quer proteger o seu patrimônio de verdade, respeite o contrato e a legislação do país.
Afinal de contas, nenhum momento de lazer vale a perda de dezenas de milhares de reais em um segundo de desatenção no trânsito.
O Antogonista