Monique Medeiros passa mal durante exibição de fotos da necropsia de Henry Borel e julgamento segue sem ela

 

Fonte: Bandeira



Segundo informações confirmadas pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Monique Medeiros passou mal enquanto eram exibidas fotos da necropsia do filho, Henry Borel, durante o depoimento do perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes, testemunha do Ministério Público. Ela, assim como o ex-companheiro Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, são réus por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação de testemunha e fraude processual.

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Por volta de 12h40, a juíza Elizabeth Machado Louro decidiu dispensar Monique Medeiros do plenário, após a ré informar que não estava se sentindo bem e precisava de um lugar para se deitar. Segundo a magistrada, como a sessão desta sexta-feira é dedicada a depoimentos técnicos — com o perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes e, posteriormente, o médico-legista Luiz Airton Saavedra — Monique foi autorizada a deixar o júri.

A juíza, no entanto, determinou que ela retorne ao plenário neste sábado. O julgamento continua sem a presença dela. As imagens mostradas aos jurados exibiam lesões encontradas no corpo do menino durante o exame cadavérico. Segundo o TJRJ, Monique pediu para ser avaliada por uma equipe médica após se sentir mal ao acompanhar a exibição das fotografias.

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Reprodução

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As imagens mostradas aos jurados exibiam lesões encontradas no corpo do menino durante o exame cadavérico. Segundo o TJRJ, Monique pediu para ser avaliada por uma equipe médica após se sentir mal ao acompanhar a exibição das fotografias.

O perito Luiz Carlos Leal Prestes é uma das principais testemunhas técnicas do caso e detalhou aos jurados as conclusões da perícia sobre as lesões de Henry. Durante a oitiva, ele afirmou que a hipótese de acidente doméstico está “totalmente descartada” e descreveu sinais de agressões em diferentes regiões do corpo da criança.

Mais cedo, o perito também afirmou que Henry apresentava lesões compatíveis com impactos contundentes, citando desde “cascudos” até batidas contra superfícies rígidas, e disse que a multiplicidade dos ferimentos indicava “sinais de espancamento”.

Não é a primeira vez que Monique demonstra forte reação emocional durante o julgamento. No segundo dia do júri, ela já havia abaixado a cabeça e coberto o rosto durante a exibição de fotos da necropsia feitas pela defesa de Jairinho. Já no terceiro dia, chorou ao assistir a um vídeo de Henry dançando exibido no plenário enquanto uma médica do Hospital Barra D’Or — onde a vítima foi socorrida — detalhava as tentativas de reanimação da criança.

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