MIS Copacabana aberto, mostra no Municipal, reta final no Museu do Amanhã e mais exposições no Rio

 

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A abertura da primeira exposição temporária do MIS Copacabana para o público geral; a mostra "Pano de fundo", nos corredores do Theatro Municipal; e as últimas semanas de "Oceano: o mundo é um arquipélago" estão entre os destaques da semana nos museus e centros culturais cariocas. Abaixo, confira um guia com as principais exposições em cartaz no Rio.

'A ordem do sensível': Rubem Valentim, consagrado por obra inspirada em signos de religiões afro-brasileiras, ganha mostra no MAM

Vik Muniz: Monalisa de geleia e Liz Taylor de diamante estão na maior retrospectiva do artista, que chega ao Rio em maio

Galerias Relacionadas

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Principais museus e centros culturais

Caixa Cultural. Rua do Passeio 38, Centro. Ter a sáb, das 10h às 20h. Dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis.

A exposição “Word Press Photo 2026” apresenta os 42 projetos vencedores da 69ª edição do concurso anual de fotojornalismo e fotografia documental, que apresenta registros sobre temas urgentes, como conflitos armados, crise climática e poluição. Até 28 de junho.

Fotografia "Separados pelo ICE", da norte-americana Carol Guzy, foi eleita a foto do ano pelo World Press Photo 2026

Carol Guzy, ZUMA Press, iWitness, for Miami Herald

Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.

Estão em cartaz a coletiva “Casa fluminense”, com 97 obras de 60 artistas de diferentes regiões do estado que passeiam por temas como diversidade, turismo, identidade e tradições; e a individual “Cada cabeça é um mundo”, em que a fotógrafa Melissa Oliveira explora o universo das barbearias em comunidades cariocas. Até 8 de julho.

Vista da mostra "Casa fluminense", na Casa Brasil, que reúne 60 artistas do estado

Divulgação/Filipe Aguiar

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro. Qua a seg, das 9h às 20h. Grátis.

'Yoshitaka Amano – Além da fantasia'. Na mostra, estão reunidas 218 obras, entre pinturas, ilustrações e croquis, mais uma sala com projeção imersiva em 360º, do japonês criador da identidade visual do jogo “Final Fantasy”, que também colaborou com a série “Candy Girl” e quadrinhos como “Sandman”. Até 22 de junho.

'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos, como a peça da coroação de D. Pedro I, que nunca foi posta em circulação, a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas, obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente.

Obra exposta na mostra "Yoshitaka Amano – Além da fantasia", que celebra o artista japonês

Divulgação

Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, das 12h às 19h. Grátis.

Abriram quarta (6) as mostras “Entre raízes e paredes”, com obras de Denise Calasans que articulam memória, natureza e vida doméstica a partir do feminino; e “Escultura carnavalesca: a poética das mãos”, em que Marina Vergara explora o processo escultórico dos desfiles de escolas de samba em três instalações. Até 22 de junho.

Seguem em cartaz: “Tramas”, com obras de Patrícia Secco que evocam a fauna e a flora brasileiras e o mito de Atlântida (até 16 de maio); “Morfeu: pesadelos e despertares”, com obras do peruano Ciro Palomino que relacionam guerra e autodestruição (até 16 de maio); e “À beira-mar, somos muitos”, com pinturas de Manu Gomez inspiradas pela cultura da pesca de Arraial do Cabo (até sábado, 9).

"Rhipsalis nº 2", obra de Denise Calasans exposta no Correios

Divulgação

Museu da Imagem e do Som Copacabana. Av. Atlântica 3.432. Sex (8), às 10h. Sáb (9), às 10h e às 14h. A partir de 16 de maio: sáb e dom, às 10h e às 14h. Grátis, com retirada de ingressos via Sympla.

A partir desta sexta-feira, o público geral finalmente poderá visitar a nova sede do Museu da Imagem e do Som, em Copacabana. Em cartaz, está a exposição temporária “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, que conta a história da construção do museu, desde a idealização até as obras, que duraram 16 anos e ainda estão em finalização, prevista para este ano.

Exposição “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, no Museu da Imagem e do Som Copacabana

Divulgação

MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5, Centro. Qui a ter, das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis às terças.

'Sortilégios de desvio'. A paulistana No Martins apresenta obras que articulam cenas do cotidiano com espiritualidade e relações afetivas da negritude brasileira. Até 20 de setembro.

'Entrar na grande noite'. A mostra gratuita na biblioteca apresenta serigrafias e pinturas de Guilhermina Augusti que dialogam com a tradição estética afro-brasileira. Até julho.

'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras, a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Até 31 de maio.

Museu do Amanhã. Praça Mauá 1, Centro. Qui a ter, das 10h às 18h. R$ 40. Todo dia 10, entrada a R$ 10.

'Oceano: o mundo é um arquipélago'. A mostra traz ambientes que simulam o fundo do mar e um esqueleto de orca de 7m. Até 19 de maio.

'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Nesta semana, a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?", trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente.

Esqueleto de orca cedido pelo Museu Nacional ao Museu do Amanhã para a exposição Oceano

Guito Moreto

Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Mirante da Boa Viagem s/nº, Boa Viagem, Niterói. Ter a dom, das 10h às 18h. R$ 20.

Inspirada no ensaio “Um teto todo seu”, de Virginia Woolf, a mostra “Um teto” reúne obras de oito artistas que articulam trabalho doméstico, cuidado e criação artística. Até 7 de junho.

Obra de Elisa Arruda na mostra "Um teto", em cartaz no MAC Niterói

Divulgação

Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro. Qua a dom e feriados, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos).

'Rubem Valentim: a ordem do sensível'. Com 180 obras, a mostra acompanha a evolução da linguagem visual do artista, baseada em símbolos das religiões afro-brasileiras, a partir das cidades em que viveu. Até 2 de agosto.

'100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand'. Segunda mostra organizada pelo centro cultural em homenagem ao centenário do colecionador. A partir de cinco núcleos, a exposição traça uma história do último século da arte brasileira, com obras de nomes como Cícero Dias, Iole de Freitas e Tunga. Até 7 de junho.

'Carmen Portinho: modernidade em construção'. A retrospectiva apresenta mais de 300 itens que revelam ideias e processos de trabalho da engenheira, urbanista e militante feminista. Até 31 de maio.

Serigrafia do Alfabeto Kitônico, sistema visual criado por Rubem Valentim

Divulgação/Jaime Acioli

Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra. Qui a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária.

'Roraimarte III'. Gustavo Caboco apresenta obras que exploram a inusitada conexão entre Monte Roraima e Marte. Até agosto.

'Festas, sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas, fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu, folia de reis, reisado, jongo, boi-bumbá e carimbó. Até novembro.

''Sérgio Vidal: nas batucadas da vida'' . O artista plástico de 80 anos ganha, pela primeira vez, uma retrospectiva de sua obra — muito influenciada por Heitor dos Prazeres. As mais de 30 pinturas retratam de igrejas evangélicas de sua infância à vida boêmia no Rio. Até julho.

'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira, algumas com mais de três metros de altura, criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra, Dário Bezerra e Luiz Benício.

‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu, Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração.

Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal

Julia Thompson

Museu Histórico da Cidade. Parque da Cidade, Gávea. Ter a dom, das 9h às 16h. Grátis.

O espaço recebe três mostras: a coletiva “Espaçotempo”, inspirada em poema de Paulo Leminski, com obras de 32 artistas; “Avesso”, com obras de Anna Bella Geiger e de Raquel Saliba que partem do corpo feminino para refletir sobre apagamento, violência e resistência; e “Bashar: nós humanos”, individual de Raquel Saliba. Qui (7), às 14h30, conversa com as artistas e curador. Prorrogadas até 10 de maio.

Série "Fase visceral", de Anna Bella Geiger, no Museu Histórico da Cidade

Divulgação/Eduardo Ortega

Museu Nacional de Belas Artes. Av. Rio Branco 199, Centro. Seg a sex, das 13h às 17h, com última entrada às 16h30. Segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Grátis.

Na Sala Bernardelli, está a exposição “Histórias que a arte conta”, com dez obras dos séculos XIX e XX, de nomes como Pedro Américo, José Maria de Medeiros e Chaves Pinheiro, além de “Antínoo”, peça arqueológica datada dos séculos II–III d.C. Até 10 de julho.

Na Galeria de Moldagens, a exposição “Breu”, de Vicente de Mello, reúne fotografias das esculturas da sala cobertas por um tecido protetor durante as obras. Até 15 de maio.

Paço Imperial. Praça Quinze de Novembro 48, Centro. Ter a dom, das 12h às 18h. Grátis.

'Constelações — 40 anos do Paço Imperial'. A mostra comemorativa reúne cerca de 160 obras de mais de cem artistas que marcaram a História do centro cultural e da arte brasileira. Neste sábado (9), bate-papo com os artistas Anna Bella Geiger e Cadu, às 15h. Até 7 de junho.

'Toró'. A mineira Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com pinturas, esculturas e instalações que trabalham temas como transbordamento e transformação, e questionam o passado colonial do país. Neste sábado (9), visita guiada com a artista, às 12h. Até 7 de junho.

'O que sustenta'. O pernambucano Marcelo Silveira apresenta uma uma instalação sensorial feita com varadas de madeira, novelos de linho e um vinil, que toca a afirmação "Tudo certo". Até 7 de junho.

Jardim de Burle Marx que ficará exposto no Paço Imperial

Divulgação

Outros museus e centros culturais

Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203, Centro. Seg a qui, das 11h às 17h30. Grátis.

'Grande sertão'. A mostra comemora os 70 anos de lançamento do clássico de Guimarães Rosa com pinturas de Graça Craidy que retratam os personagens da obra. Até 28 de maio.

Segue em cartaz “Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva”, que exibe imagens de viagens, livros e obras colecionadas pelo acadêmico, o maior africanista brasileiro.

Biblioteca Parque. Av. Presidente Vargas 1261, Centro. Seg a sex (exceto feriados), das 10h às 17h. Grátis.

A mostra “Automata” apresenta 30 obras interativas em arte têxtil feitas pela indígena Aline Bagre e Anthony Brito, que refletem sobre ancestralidade dos povos originários. Até 29 de maio.

Casa de Cultura Laura Alvim. Av. Vieira Souto 176, Ipanema. Ter a dom, das 13h às 19h. Grátis.

Em “Matéria e luz”, o artista veterano Marcos Duprat, de 81 anos, apresenta 30 pinturas a óleo que usam a velatura, técnica que mistura diversas capas de tintas na construção pictórica, para explorar a relação entre matéria e luz. O texto de apresentação é de Antônio Cícero Lima. Até domingo (10).

Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte. Praça da República 26, Centro. Seg a sex, das 10h às 16h.

Marcando as comemorações pelos 50 anos da Funarte, o novo espaço, que ocupa a antiga Casa da Moeda, inaugura com a exposição “Ocupação Grande Othelo”, que celebra vida e obra do artista (1915-1933), a partir de 160 itens. Até 30 de setembro.

“Ocupação Grande Othelo”, em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte

Divulgação/Acervo Funarte

Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa. Qua a dom, das 14h às 18h. Grátis.

A mostra “Beleza habitada: Eva Klabin, moda e memórias” apresenta, pela primeira vez, peças de alta-costura, documentos, fotografias e pinturas do acervo pessoal da colecionadora, que dialogam com obras de arte da coleção permanente da casa. Até 24 de maio.

Peças do vestuário da colecionada Eva Klabin, exibidas na Casa Museu Eva Klabin

Divulgação/Acervo Casa Museu Eva Klabin

Centro Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo. Seg a sáb, das 12h às 19h. Grátis.

Em "Cerâmica: argila como matéria-prima", 34 obras de 13 artistas apresenta um panorama da cerâmica brasileira. Dentre os destaques, trabalhos de Antônio Poteiro e de Ana das Carrancas. Até 31 de maio.

Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170, Méier. Diariamente, das 13h às 22h. Grátis.

Em “Carmen, Embaixatriz do Samba”, está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, além de itens como fotografias, recriações de figurinos icônicos, discos e partituras. Longa duração.

Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. Grátis.

Em “Filhas e netas da Mãe do Barro: as louceiras de Maruanum”, estão 208 louças de barro produzidas por 26 pessoas, em sua maioria mulheres, da região, a cerca de 80 km de Macapá (AP).

Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas, que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração.

Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis.

'Mata viva'. A mostra imersiva promove um mergulho sensorial pela natureza e pelo artesanato do Brasil, a partir de 259 obras criadas com materiais dos biomas nacionais. Até julho.

FGV Arte. Praia de Botafogo 186. Ter a sex, das 10h às 20h. Sáb e dom, das 10h às 18h. Grátis.

Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América” reúne pinturas, fotos, esculturas, objetos, instalações e artefatos históricos feitos por artistas indígenas da América Latina, a peças de nomes como Ailton Krenak, Claudia Andujar e Mestre Valentim. Até 20 de setembro.

"Manto Tupinambá", de Glicéria Tupinambá, exposto na FGV Arte

Divulgação/Lucena de Lucena

Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, das 11h às 20h. Grátis.

Musehum. Localizado dentro do centro cultural, o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais, de mesa ou parede, orelhões, entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total, são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações, entre fotos, listas telefônicas e equipamentos.

Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter, das 9h às 17h. Grátis.

'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço, dentro do Jardim Botânico, faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais, o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro, um dos criadores da bossa nova.

Memorial às Vítimas do Holocausto. Temporariamente fechado.

Museu Bispo do Rosário. Estrada Rodrigues Caldas 3400, Taquara. Ter a sáb, das 9h às 17h. Grátis.

A partir do livro “O sertão carioca”, de Armando Magalhães Corrêa, a exposição “Regresso ao sertão” reúne 200 peças — 60 delas de Bispo do Rosário — que propõem uma releitura crítica e artística da Zona Oeste do Rio. Até junho.

'Casa Própria'. Esculturas, instalações e pinturas de Ana Hortides propõem uma reflexão simbólica, política e afetiva sobre a casa. Até sábado (9).

Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex, das 11h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h. Grátis.

Celebrando dois anos de reabertura, o espaço relembra a atriz e cantora (1909-1955) em seus 70 anos de morte com a mostra “Carmen: luz e ação”, que passeia por sua vida e carreira. Dentre os destaques do acervo, está o conjunto canutilho utilizado no filme Copacabana (1947). Exposição de longa duração.

Museu de Imagens do Inconsciente. Rua Ramiro Magalhães 521, Engenho de Dentro. Ter a sáb, das 10h às 16h. Grátis.

A mostra “Riquezas do mundo interno – Coleções e leituras” apresenta mais de 60 obras do acervo da casa e de outros três museus, agrupadas por aproximações poéticas. Longa duração.

Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter, das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis.

'Mata Atlântica: in-finitos encantos'. Em uma mistura de ciência e arte, e com narração da atriz Dira Paes, a mostra propõe uma imersão sensorial no bioma por meio de imagens, sons, imagens, materiais biológicos e mapas.

Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa, Casa, Cosmos", de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé, que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ, além da instalação "Utopia Botânica", da artista Fernanda Froes.

Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296, Mangueira. Ter a sáb, das 10h às 17h. Fechado dia1º de maio. R$ 20.

'Guardiãs do samba'. Na individual, que abriu terça (5), Aninha Portal retrata 53 mulheres que marcaram a História do gênero, de Tia Ciata a Elza Soares. Até 27 de junho.

'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne, sob curadoria de Nilcemar Nogueira, neta do artista, mais de cem itens, dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —, depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres, e o manuscrito de “As rosas não falam”.

'Arte delas, heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística.

Neta Nilcemar grava Cartola compondo

Acervo pessoal/Museu do Samba

Solar. Rua do Senado 48. Qua a sáb, das 10h às 18h. Grátis.

'Irradiar: para construir instituições da gente'. A mostra comemorativa de dez anos do centro cultural reúne 40 obras — de nomes como Ailton Krenak, Vik Muniz, Marcela Cantuária e Anna Bella Geiger — que propõem uma discussão sobre a função da arte. Até 17 de maio.

Obra de Marcela Cantuária exposta no Solar

Divulgação/Vicente de Mello

Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Praça Floriano s/n, Centro. Grátis para quem for assistir a espetáculos no teatro.

Exposta nos corredores das galerias e balcões superiores, a mostra “Pano de fundo” reúne 33 obras inéditas de Augusto Portella e Daniel Frickmann que exploram temas relacionados ao próprio edifício e seu entorno. Inspiradas na ópera “Wozzeck” (1925), de Alban Berg, as pinturas de Portella retratam a história trágica de um soldado pobre que, humilhado socialmente e usado como cobaia humana, enlouquece e mata a esposa. Já os trabalhos de Frickmann, feitos a partir de seus próprios registros fotográficos, apresentam entidades, personagens e manifestações culturais e religiosas do Centro do Rio. Até 7 de junho.

OUTROS ESPAÇOS EXPOSITIVOS

Galeria de Arte IBEU. Rua Maria Angélica 168, Jardim Botânico. Seg a qui, das 13h às 19h. Sex, das 12h às 18h. Grátis.

Na 49ª edição da coletiva “Novíssimos”, 13 novos talentos brasileiros ou radicados no Brasil apresentam obras em diferentes suportes. Até sexta (8).

Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente, das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio).

O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica, a que a artista se dedica desde os anos 1970, ao debate climático atual.

Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”

Jaime Acioli/Divulgação

Sesc Tijuca. Rua Barão de Mesquita 539. Ter a dom, das 10h às 20h. Grátis.

Está em cartaz a mostra “Tecendo histórias — Arte têxtil latino-americana”, com obras de 11 artistas e dois coletivos de Argentina, Brasil, Guatemala e Peru que usam técnicas ancestrais para dialogar com questões estéticas e políticas contemporâneas. Até 14 de junho.

Sesc Madureira. Rua Ewbanck da Câmara 90, Madureira. Ter a dom, das 10h às 20h. Grátis.

Após temporada no Sesc Tijuca, a mostra “Peréio — Semana que vem eu me organizo” apresenta desenhos, cartas, poesias do ator Paulo César Peréio (1940-2024). Até 15 de junho.

Sesc Ramos. Rua Teixeira Franco, 38. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.

'Sustentar o efêmero'. Artistas do coletivo feminino Rosa Choque articulam memória, matéria e tempo em esculturas, pinturas, fotografias, instalações e assemblages. Até 21 de junho.