Mesmo com rede de apoio, Maíra Cardi desabafa sobre maternidade: 'Estou exausta'
Acostumada a compartilhar uma rotina marcada por disciplina e alta performance, Maíra Cardi resolveu mostrar as fragilidades do puerpério. Mãe de Eloah, de três meses, sua terceira filha, do casamento com Thiago Nigro, a influenciadora relatou nas redes o cansaço extremo, as noites fragmentadas e os desafios da amamentação, mesmo contando com uma estrutura de apoio em casa.
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Segundo ela, o desgaste se intensificou após um fim de semana mais agitado, acompanhando o marido em compromissos sociais. "Estou exausta por conta da maternidade e de falta de sono. O que aconteceu? Esse final de semana não tô acostumada a sair, então saí duas vezes. Eu só queria voltar, eu saí sem querer sair. Mas eu me esforço para também cumprir o meu papel social", relatou.
Parte do esgotamento, explicou, está ligada ao processo de alimentar a caçula. Maíra contou que optou por retirar o leite com bombinha para manter a amamentação, o que exige longos períodos de dedicação ao longo do dia.
"Eu tiro 100% do leite materno com a bombinha para eu conseguir continuar 'dando de mamar'. É um esforço que vocês não têm ideia, que não fico aqui chorando pitangas, mas demoro uma hora e meia tirando o leite. No começo, o meu leite estava fluindo bem, como toda mulher, e aí depois é normal que ele diminua. Mas eu não desisti. Essa escolha de não desistir é uma escolha árdua", pontuou.
A influenciadora detalhou ainda a dinâmica intensa da rotina. "Nem vou entrar em aspecto de peito pendurado, sangrando, etc., porque esse é o óbvio. Mas uma hora e meia a cada três horas do meu dia, eu estou parada, tirando o leite. E às vezes não é suficiente, então paro, respiro, porque começo a ficar nervosa, que acho que vai sair menos. Então, eu tenho que ficar mais tempo. Graças a Deus, Deus é muito bom comigo e tá dando. Tô me virando, eu tô conseguindo", prosseguiu.
Ao refletir sobre o próprio limite, Maíra destacou que, apesar da estrutura que tem — com babás e funcionárias que se revezam nos cuidados com a bebê e na casa —, sente-se constantemente esgotada.
"Só que tô sempre muito exausta. Eu não consigo dormir de dia, eu só durmo a noite, como eu já falei para vocês. E é uma coisa que às vezes tô dormindo três horas por noite, então estou numa exaustão bizarra. Só que tenho todo o amparo. Tenho as meninas para cuidar dela, que se revezam ali, né?", ressaltou.
Na sequência, Maíra ampliou a reflexão para além da própria experiência. "Tenho todo o meu amparo de comidinha na mesa, de cama trocada, de roupa limpa. E ainda assim tô podre, cansada. E aí fico pensando nessas mulheres, com o filho, que faz comida para o marido, que limpa a casa, que cuida da criança. Gente, eu não consigo… Mensurar a exaustão de uma mãe que além de tudo isso, tem um filho com uma condição especial, onde ela vive para esse filho", finalizou.
