Meia galês pendura as chuteiras e leva junto a famosa 'maldição' conhecida no mundo do futebol; entenda

 

Fonte:


O meia galês Aaron Ramsey anunciou a aposentadoria aos 35 anos, encerrando uma carreira marcada por títulos, protagonismo em decisões — e também por uma curiosa fama que atravessou o mundo do futebol: a de “artilheiro assassino”.

Harry Maguire: Zagueiro renova contrato com Manchester United até 2027

Ramsey confirmou a decisão em comunicado nas redes sociais, após meses sem clube desde a saída do Pumas UNAM, do México. O fim da trajetória profissional acontece depois de uma carreira relevante por clubes como Arsenal e Juventus, além da Seleção do País de Gales, com a qual disputou Eurocopas e a Copa do Mundo de 2022.

Ao longo dos anos, no entanto, o nome do jogador passou a circular também fora das quatro linhas por causa de uma teoria que viralizou na internet e ganhou repercussão na imprensa europeia: a chamada “maldição de Ramsey”. A coincidência dizia que, sempre que o meia marcava um gol, uma celebridade morria dias depois.

A sequência de episódios começou ainda em 2009 e se repetiu diversas vezes, criando a aura em torno do jogador. Entre os nomes frequentemente associados à coincidência estão figuras conhecidas mundialmente, como Osama bin Laden, Steve Jobs e Whitney Houston.

A lista, amplamente compartilhada por torcedores, inclui ainda nomes como Muammar Gaddafi, Paul Walker, Robin Williams e David Bowie, além de personalidades de diferentes áreas, da política ao entretenimento.

No Brasil, a teoria também ganhou força quando mortes como a do apresentador Gugu Liberato e do ex-ministro Gustavo Bebianno foram relacionadas a gols do jogador.

Dentro de campo, o meia deixa um legado concreto. Ídolo do Arsenal, foi decisivo em finais da Copa da Inglaterra e acumulou mais de 80 jogos pela seleção galesa, sendo peça-chave na campanha histórica até a semifinal da Euro 2016.