O mercado reagiu positivamente ao resultado do 1º turno das eleições, ao ver chance maior de um ajuste fiscal em eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), mas ainda há muitas dúvidas sobre se as medidas seriam adequadas e fortes o suficiente para equacionar o problema. Sete questões sugerem que a matemática do ajuste conhecido até agora pode ser insuficiente para estabilizar a dívida bruta, que está em elevados 82,9% do PIB e, neste ano, até agosto, já subiu 4,2 pontos percentuais.
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