Marcas de tiros em carro de médica baleada dão dimensão de manhã violenta na Transolímpica

 

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O carro da médica Simone Ferreira Alves, de 51 anos, está estacionado em frente ao pátio da 33ª DP em Sulacap, e ajuda a dimensionar o que aconteceu na manhã desta terça-feira na Transolímpica, altura de Sulacap, na Zona Oeste do Rio. O Fiat Toro vermelho em que ela seguia para o trabalho, em Campo Grande, tem uma marca de tiro na porta traseira, e na janela do banco do passageiro da frente, com o vidro quebrado. No interior do veículo, o colete azul marinho do Samu está sobre o banco, indicando que ela estava a caminho do plantão no momento em que foi abordada. Ao lado do banco do motorista, há papéis espalhados e o que parece ser uma bíblia dourada.

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Já o carro usado pelos criminosos, um BYD branco roubado, também apreendido e levado para a delegacia, está com a parte traseira amassada e o vidro traseiro destruído, com marcas do confronto.

Além da médica, outras duas pessoas foram baleadas na Transolímpica: são suspeitos de estarem assaltando com o BYD. Um terceiro homem foi preso. Um quarto conseguiu fugir do cerco.

De acordo com informações da polícia, Simone foi atingida nas costas e levada para o Hospital municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Ela chegou lúcida e passou por cirurgia. Os dois suspeitos baleados também foram encaminhados para a unidade.

Além do BYD roubado, a polícia apreendeu duas armas com os suspeitos. Segundo a PM, todos eles são do Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio.

Por causa do confronto e dos carros que ficaram na pista, a Transolímpica teve uma manhã de trânsito engarrafado. Um reboque chegou ao local por volta das 7h30 para retirar os veículos e, após a liberação dos trechos, a situação começou a se normalizar.

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