Maior espécie de raia do mundo é avistada na costa de Nova York com ‘passageiro’; assista - QTU Questões do Universo

Maior espécie de raia do mundo é avistada na costa de Nova York com ‘passageiro’; assista

Fonte: Bandeira da fonte

Uma raia-manta oceânica gigante foi avistada nas águas próximas ao Parque Estadual de Jones Beach, em Long Island, Nova York.
O registro, divulgado pelo Departamento de Conservação Ambiental do Estado de Nova York (NYSDEC) em 17 de agosto, mostra o animal nadando perto da costa enquanto se alimentava, acompanhado por outro peixe.
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Segundo o NYSDEC, a espécie pode atingir até 8 metros de envergadura e pesar mais de 1.800 quilos.
"As raias-manta são animais filtradores.
Consomem grandes quantidades de zooplâncton perto da costa e, em águas mais profundas, podem procurar peixes de tamanho médio", informou o órgão.
Assista:

Espécie ameaçada
As raias-manta oceânicas vivem principalmente em águas tropicais, subtropicais e temperadas e passam grande parte da vida em alto-mar.
Apesar disso, podem se aproximar da costa de Nova York durante o verão.
O animal é considerado ameaçado desde 2018, principalmente devido à pesca e ao comércio de suas brânquias, utilizadas na medicina tradicional.
O peixe que aparece ao lado da manta não foi identificado.
Ele pode ser um tubarão, mas também pode pertencer a outra espécie.
Peixes menores, como os chamados peixes-ventosa, costumam acompanhar as raias para obter abrigo e alimento.
O encontro chama atenção pela raridade desses animais.
Grupos regionais de raias-manta gigantes costumam ter entre 600 e 2 mil indivíduos, e a espécie apresenta baixa taxa de reprodução.
As fêmeas só atingem a maturidade entre oito e dez anos e normalmente têm apenas um ou dois filhotes a cada dois anos.
Raia-manta gigante é avistada na costa de Nova York
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Pesquisadores também investigam possíveis áreas de reprodução e crescimento da espécie.
No sul da Flórida, dezenas de jovens mantas foram encontradas a partir de 2020.
Após mais de três anos de buscas, a bióloga marinha Jessica Pate e sua equipe identificaram pelo menos 59 animais e apontaram evidências de que a região pode funcionar como um raro berçário da espécie.
— Foi incrível porque foi uma descoberta inesperada — disse Pate à National Geographic.