Mãe é presa após filha de 4 anos morrer afogada durante festa em piscina de condomínio nos EUA

 

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Uma mulher foi presa na Flórida, nos Estados Unidos, após a morte da filha de quatro anos, que se afogou durante uma festa em família na piscina de um condomínio em Bradenton, cidade próxima a Tampa. Segundo a polícia local, a criança permaneceu submersa por vários minutos sem que ninguém percebesse sua ausência.

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Os agentes do Departamento de Polícia de Bradenton foram acionados pouco depois das 21h de sábado (9) para atender a ocorrência no complexo de apartamentos Kendall Ridge. De acordo com as autoridades, os policiais chegaram ao local em cerca de três minutos e encontraram a menina inconsciente dentro da piscina.

Quando as equipes de emergência médica chegaram, a criança já havia sido retirada da água. Os próprios policiais iniciaram imediatamente manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) antes de ela ser encaminhada a um hospital da região, onde acabou sendo declarada morta.

Imagens de segurança contradisseram testemunhas

Segundo os investigadores, a menina participava de uma reunião com familiares e outras pessoas quando escorregou e afundou sem ser notada. A confraternização, descrita pela polícia como uma festa não autorizada e realizada fora do horário permitido pelo condomínio, reunia um grande número de adultos e crianças ao redor da piscina.

As imagens das câmeras de segurança analisadas posteriormente mostraram, segundo a polícia, que a criança ficou submersa por um “período significativo de tempo” enquanto a festa continuava normalmente. A porta-voz da polícia de Bradenton, Meredith Censullo, afirmou à emissora Fox 13 que os registros não correspondiam aos relatos apresentados pela mãe e por outras testemunhas presentes no local.

A mãe da menina, identificada como Rosette Pierrecius, foi presa na manhã de domingo e autuada por negligência infantil com resultado de graves lesões corporais. Segundo Censullo, a investigação concluiu que ninguém estava vigiando ativamente a criança no momento do afogamento. “É uma decisão difícil acusar uma mãe que acabou de perder uma filha”, disse a porta-voz, acrescentando que os investigadores entenderam que houve falha de supervisão. A polícia informou ainda que não descarta novas acusações e reforçou que o afogamento segue como a principal causa de morte entre crianças de um a quatro anos nos Estados Unidos, recomendando que famílias sempre designem um “vigilante da água” em ambientes com piscina.