Lula regulamenta Marco Legal dos Jogo Eletrônicos: ‘Fazer é difícil, destruir é apenas um passo’

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Fonte da notícia: CBN CBN

O plenário do Senado deve votar nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1. Há uma expectativa, a depender do resultado da votação, que o presidente Lula (PT) se dirija ao Congresso Nacional.

Campanha de Lula aciona TSE questionando Meta por geração de imagem de IA para Flávio Bolsonaro Alckmin defende diálogo com eleitores que não votaram em Lula no 1º turno Raramente no mandato atual Lula atravessou a Praça dos Três Poderes e chegou à sede do Legislativo Brasileiro. Agora, como o fim da escala de trabalho 6x1 é uma das pautas que o candidato à reeleição vem defendendo neste ano, aliados de Lula no Palácio do Planalto estão incentivando sua ida ao Senado logo após a votação, principalmente se a PEC for aprovada, que é como esperam.

Inclusive, a reportagem da CBN falou com aliados do presidente Lula no Congresso Nacional. A informação é que eles já somam mais do que os 49 votos necessários para aprovação do fim da escala 6x1 em primeiro e segundo turno.

Decreto para regulamentar jogos eletrônicos O presidente Lula participou nesta quarta-feira (14) no Planalto de um evento em que assinou um decreto para regulamentar os jogos eletrônicos no Brasil. É uma medida que já estava prevista em lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente, afim de apoiar a Indústria de Jogos Eletrônicos.

Durante essa solenidade, o presidente Lula disse que, uma vez que os jovens e empresários têm essa política de jogos eletrônicos, eles devem se preparar, porque "fazer é difícil, mas para destruir é muito fácil". O presidente ainda disse que "tem maluco para tudo".

"Agora, estão dizendo que o Estado brasileiro tem uma política de game, mas se preparem, porque fazer é difícil, destruir é apenas um passo. Se organize para que vocês não permitam que ninguém tire o que vocês conquistaram. Ninguém. Porque vocês sabem que tem maluco para tudo. Não é só 'maluco beleza', tem maluco para tudo. E o cara pode entrar e falar: não gosto disso, isso não presta, isso vai ensinar bobagem para o meu filho, porque eu quero uma escola cívico-militar, porque eu não quero banheiro 'sexo'. Ou seja, essas loucuras que a gente pensava que não existiam mais, mas que existem", disse. O presidente Lula não citou o nome de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência que saiu à frente do primeiro turno nas eleições, mas fez referências na fala, como, por exemplo, a criação de escolas cívico-militares, ideias encampadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio.

Lula diz também que o Brasil não pode ser mero exportador de soja, mas que é preciso exportar tecnologia. Ele ainda disse que acabou com as bets porque os seres humanos são "tratados como algoritmos, nas mãos dessas empresas que cada vez concentram mais poder e são poucas pessoas".

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