O presidente Lula (PT) chamou o adversário de “representante genuíno do milicianismo desse país” no discurso da vitória, na noite deste domingo (25), depois de ser reeleito no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Lula disse que ficava constrangido a cada debate.
“Já debati com muita gente, já participei de muitas eleições, já me reúno todo ano com o G20, com os BRICS, com o G7. Me reúno todo ano com os principais presidentes do mundo.
Discutimos os principais assuntos do mundo, mas eu nunca pensei em me deparar com o representante genuíno do milicianismo desse país”, afirmou. O presidente não citou nomes.
“Nunca imaginei que uma pessoa pudesse mentir tanto, com tanta desfaçatez, como se não tivesse dentro dele uma célula de humanismo. Parece tudo falso”, disse Lula.
Pouco antes, o petista afirmou que a eleição “foi uma derrota do negacionismo” e “uma derrota da mentira”. Ele também disse que a campanha teve de vencer “a intromissão vinda de fora pra dentro, através de plataformas digitais”, que prometeu regular.
No mesmo discurso, Lula agradeceu ao vice, Geraldo Alckmin (PSB), aos partidos da coligação e aos eleitores, e disse que o que viu na Avenida Paulista na véspera foi algo que nunca tinha visto, “não só pela quantidade de gente, mas pelo entusiasmo”. © Jornal Razão.
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