Lula, candidato, tem plano B em curso
‘Não decidi se vou ser candidato ainda.’ A frase, dita por Lula em entrevista ao ICL News em abril, foi lida menos como expressão de autêntica indecisão do presidente do que como queixume decorrente de suas muitas insatisfações. Lula, segundo repetem os que convivem com ele, está “frustrado” com a resposta do eleitorado ao seu governo. Reclama ainda da imprensa, que não divulga seus feitos, e do PT, que não está empenhado na briga com gana proporcional ao risco da disputa. A declaração de abril ficaria, assim, num ponto intermediário entre a ameaça e o chamado às armas — uma tentativa de Lula de sacudir a própria campanha. Expoentes do governo e do PT, porém, não estão dispostos a ser pegos de calças curtas. Nos laboratórios de Sidônio Palmeira, ministro da Secom, três nomes já foram testados como eventuais substitutos de Lula nas urnas: o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, o ex-ministro da Educação Camilo Santana, e o vice-presidente, Geraldo Alckmin. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
