Longe da tomada: 8 celulares com bateria de longa duração
Ter um celular que aguente o dia inteiro longe da tomada agora é uma necessidade, sendo uma das prioridades nas buscas por celulares novos.
Em 2026, fabricantes como Samsung, Xiaomi, Motorola, Apple e Realme apostam em baterias de alta capacidade, processadores mais eficientes e sistemas de gerenciamento de energia para oferecer maior autonomia sem abrir mão do desempenho.
Além da capacidade em mAh, fatores como a otimização do sistema operacional, a tecnologia da tela e a eficiência do chipset influenciam diretamente na duração da carga.
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Entre os destaques da lista está o Xiaomi Redmi Note 15 4G, opção mais acessível da seleção, encontrado a partir de R$ 1.094 na Shopee.
Já o Samsung Galaxy S26+ aparece como a alternativa premium, combinando bateria de longa duração, recursos de inteligência artificial (IA) e hardware topo de linha por preços a partir de R$ 5.983 no Mercado Livre.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de julho de 2026.
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Traseiras Galaxy S26 Ultra, S26 Plus e S26
Reprodução/Jacson Boeing
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Longe da tomada: 8 celulares com bateria de longa duração
Xiaomi Redmi Note 15 4G (256 GB) — celular intermediário com bateria de alta capacidade, tela AMOLED e foco em autonomia para o uso diário.
Xiaomi POCO M8 Pro (256 GB) — modelo intermediário que combina bateria generosa, carregamento rápido e desempenho equilibrado para jogos e multitarefa.
Samsung Galaxy A37 (128 GB) — smartphone da linha Galaxy A com boa autonomia, tela Super AMOLED e recursos de inteligência artificial da One UI.
Xiaomi POCO X8 Pro Max (512 GB) — aparelho voltado para desempenho, com bateria duradoura, ampla capacidade de armazenamento e carregamento rápido.
Apple iPhone 16 Plus (256 GB) — modelo da Apple que alia bateria de longa duração ao chip A18 e otimizações do iOS para maior eficiência energética.
Motorola Edge 60 Pro (256 GB) — smartphone premium com bateria de alta capacidade, carregamento ultrarrápido e tela pOLED de alta taxa de atualização.
Realme GT 7 (512 GB) — celular avançado que aposta em bateria de grande capacidade, hardware potente e carregamento de alta velocidade.
Samsung Galaxy S26+ (256 GB) — topo de linha da Samsung com excelente gerenciamento de energia, Galaxy AI e bateria desenvolvida para uso intenso durante todo o dia.
Como escolhemos os celulares?
Para elaborar esta lista, selecionamos smartphones lançados em 2025 e 2026 que obtiveram bom desempenho nos testes de bateria realizados pelo GSMArena, um dos principais portais especializados em análises de smartphones.
Além da pontuação de autonomia, também foram consideradas as especificações técnicas dos aparelhos e análises técnicas e reviews do próprio TechTudo, quando disponíveis, buscando reunir opções para diferentes perfis de usuários e faixas de preço disponíveis no mercado brasileiro.
O que avaliar antes de comprar um celular com boa bateria?
Capacidade da bateria (mAh): em geral, modelos com 5.000 mAh ou mais oferecem autonomia suficiente para um dia inteiro de uso, embora esse número não seja o único fator que influencia o desempenho.
Eficiência do processador: processadores mais modernos utilizam arquiteturas que consomem menos energia para executar tarefas.
Isso permite que celulares com baterias de mesma capacidade apresentem autonomias diferentes.
Tecnologia da tela: o display é um dos componentes que mais consomem energia.
Telas AMOLED costumam ser mais eficientes do que painéis LCD, principalmente ao exibir conteúdos escuros.
Velocidade de carregamento: além da autonomia, vale observar a potência do carregador suportada pelo smartphone.
Modelos com carregamento rápido conseguem recuperar grande parte da bateria em poucos minutos.
Otimização do sistema operacional: fabricantes modernos implementam recursos de gerenciamento inteligente que limitam processos em segundo plano e ajudam a aumentar o tempo de uso entre as recargas.
1.
Xiaomi Redmi Note 15 4G (256 GB) — a partir de R$ 1.094
Aposta da Xiaomi para quem busca autonomia sem abrir mão de recursos modernos, o Redmi Note 15 4G chegou ao mercado em janeiro de 2025 como o integrante mais simples da linha intermediária da marca.
Apesar de ficar restrito às redes 4G, o aparelho compensa com uma bateria de 6.000 mAh, tela avançada e câmera de alta resolução, combinação que torna o modelo uma opção de entrada voltada a quem prioriza duração de bateria no dia a dia.
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Redmi Note 15 4G
Gisele Barros/TechTudo
Diferente do que o tamanho sugere, a tela de 6,77 polegadas passou por melhorias notáveis: painel AMOLED com resolução Full HD+ (2.392 x 1.080 pixels), taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de até 3.200 nits, além de três certificações voltadas ao conforto visual (Low Blue Light, Circadian Friendly e Flicker Free), que reduzem fadiga ocular em uso prolongado.
Já o desempenho fica por conta do MediaTek Helio G100-Ultra, chip de 6 nanômetros que trabalha ao lado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, com suporte a cartão de memória de até 2 TB.
O AnTuTu Benchmark aponta cerca de 248 mil pontos para o processador, resultado discreto para a faixa de preço, mas suficiente para multitarefa e jogos leves sem travamentos.
A bateria é o carro-chefe do aparelho: com 6.000 mAh, 500 mAh a mais que a geração anterior, a Xiaomi promete até dois dias de uso moderado, 24 horas de reprodução de vídeo e 50 horas em chamadas de voz.
O carregamento rápido de 33 W agiliza a recarga, e a função de carregamento reverso com fio de 18 W permite alimentar outros aparelhos, como fones de ouvido e smartwatches.
No conjunto fotográfico, a câmera principal de 108 MP com abertura f/1.7 é o destaque, mesmo sem estabilização óptica (OIS); a Xiaomi afirma que a alta resolução compensa, entregando zoom de nível óptico de até 3x com poucas perdas de qualidade.
Completam o conjunto uma lente de profundidade de 2 MP e uma câmera frontal de 20 MP, com vídeos limitados a Full HD 30 fps em todas as lentes.
Rodando Android 15 sob a interface HyperOS 2, o Redmi Note 15 4G recebe até quatro atualizações de sistema e seis anos de patches de segurança, além de contar com o assistente Gemini e ferramentas de edição de fotos por IA.
A conectividade fica restrita ao 4G, complementada por Wi-Fi de banda dupla, Bluetooth 5.3 e NFC, enquanto o corpo de 183,7 g traz certificação IP64, selo SGS contra quedas e alto-falantes estéreo compatíveis com Dolby Atmos.
O Xiaomi Redmi Note 15 4G (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.094 na Shopee.
Prós: bateria de 6.000 mAh com até dois dias de autonomia; tela AMOLED de 120 Hz com brilho elevado; câmera principal de 108 MP com boa versatilidade
Contras: conectividade limitada às redes 4G; ausência de estabilização óptica na câmera principal; carregamento rápido de apenas 33 W
2.
Xiaomi POCO M8 Pro (256 GB) — a partir de R$ 1.660
Chegando como o novo topo da linha M da Xiaomi, o POCO M8 Pro estreou em janeiro de 2026 apostando em uma combinação pouco comum na faixa intermediária: bateria generosa, tela premium e carregamento ultrarrápido em um único pacote.
O aparelho é vendido em versões de 8 GB ou 12 GB de RAM, com 256 GB ou 512 GB de armazenamento UFS 2.2, sem suporte a cartão microSD.
O processador escolhido foi o Snapdragon 7s Gen 4, fabricado em 4 nanômetros, com CPU octa-core de até 2,7 GHz e GPU Adreno 810.
O chip ultrapassa a marca de 1 milhão de pontos no AnTuTu, resultado que coloca o POCO M8 Pro entre os intermediários mais rápidos do mercado, ainda que a parte gráfica fique um degrau abaixo da CPU em testes sintéticos.
Nos testes de bateria do GSMArena, o modelo alcançou pontuação de Active Use Score próxima de 16 horas, com destaque para o desempenho em chamadas e reprodução de vídeo.
A capacidade de 6.500 mAh, com tecnologia de ânodo em silício-carbono, sustenta essa autonomia mesmo em uso intenso, mantendo o aparelho entre os mais resistentes da categoria em duração de carga.
O carregamento também impressiona: com o carregador de 100 W incluso, o GSMArena registrou 46% de carga em 15 minutos, 83% em meia hora e recarga completa em 47 minutos.
A Xiaomi ainda oferece carregamento reverso com fio de 22,5 W, útil para alimentar acessórios como fones de ouvido.
A tela AMOLED de 6,83 polegadas traz resolução de 1.280 x 2.772 pixels, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de até 3.200 nits e suporte a HDR10+ e Dolby Vision, protegida por Gorilla Glass Victus 2.
O conjunto de câmeras é formado por sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS) e abertura f/1.6, lente ultrawide de 8 MP e câmera frontal de 32 MP, com gravação de vídeo em até 4K.
Por fim, o POCO M8 Pro roda Android 15 com interface HyperOS 2 e promessa de até quatro atualizações do sistema.
A resistência à água e poeira é garantida pelas certificações IP68 e IP69, e a conectividade inclui 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, NFC e infravermelho, embora não haja suporte a eSIM.
O Xiaomi POCO M8 Pro (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.660 na Shopee.
Prós: bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W; tela AMOLED de 120 Hz com brilho e cores premium; desempenho consistente com o Snapdragon 7s Gen 4
Contras: sem suporte a cartão microSD; câmera ultrawide de resolução básica (8 MP); ausência de eSIM
3.
Samsung Galaxy A37 (128 GB) — a partir de R$ 1.849
Sucessor direto do Galaxy A36, o Galaxy A37 chegou às lojas em abril de 2026, prometendo refinamentos pontuais em vez de uma revolução: tela mais brilhante, processador atualizado e o retorno da parceria com a Corning para reforçar a resistência do vidro.
Nos nossos testes, a experiência de uso se mostrou consistente ao longo de três semanas, ainda que sem grandes surpresas frente ao modelo anterior.
Review Galaxy A37: celular entrega experiência consistente, mas sem novidades
Capa Review Galaxy A37
Julia Rabaça/TechTudo
A câmera principal de 50 MP (f/1,8) foi um dos pontos altos da nossa avaliação, com boa fidelidade de cores em fotos externas durante o dia; já em ambientes fechados, notamos queda no contraste e exposição um pouco acima do ideal.
O zoom de 2x manteve boa nitidez, mas, a partir de 4x, a estabilização óptica (OIS) passou a ser essencial para segurar tremores, e, no limite de 10x, o ruído aumentou bastante.
Completam o conjunto uma ultrawide de 8 MP, uma macro de 5 MP que nos surpreendeu positivamente e uma frontal de 12 MP.
Já o desempenho é entregue pelo Exynos 1480, chip octa-core de 4 nanômetros com até 2,75 GHz, acompanhado de 6 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento, sem expansão via microSD.
No AnTuTu, registramos 1.012.211 pontos durante os nossos testes, resultado elevado para a categoria; a ressalva fica por conta do aquecimento perceptível em sessões mais longas de jogos pesados.
Quanto à bateria, o A37 repete a capacidade de 5.000 mAh já vista desde o Galaxy A33, mas o GSMArena registrou Active Use Score de quase 14 horas em seus testes padronizados, superando o do A36 graças a otimizações internas.
O Galaxy A37 vale a pena por apresentar uma ficha técnica equilibrada para a categoria intermediária, com boas câmeras, desempenho competente, tela de qualidade e autonomia de bateria suficiente para um dia comum, além de uma boa perspectiva de atualizações.
No entanto, ele pode não ser a melhor opção para quem prioriza o custo-benefício no longo prazo.
Na nossa rotina de uso, saindo de casa às 7h com carga cheia, o aparelho ainda tinha 37% de bateria às 22h.
O carregamento, porém, decepciona: apesar do suporte a 45 W, o carregador incluso na caixa é de apenas 15 W, e cronometramos 48 minutos até 45% e 1h58 até completar 100%.
A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas (FHD+, 2.340 x 1.080 pixels) com 120 Hz e brilho de até 1.900 nits também recebeu boas notas nos nossos testes, embora tenha apresentado arranhões visíveis já na primeira semana de uso, mesmo protegida pelo Gorilla Glass Victus+.
O corpo de 196 g e 7,4 mm de espessura garante certificação IP68, e a conectividade inclui 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, NFC e leitor de digitais óptico sob a tela.
O aparelho roda Android 16 com One UI 8.5, seis anos de atualizações prometidas e recursos de IA como Remasterizar, Apagador de Objetos e Transcrição por Voz.
O Samsung Galaxy A37 (128 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.849 na Amazon.
Prós: câmera principal de 50 MP com boa versatilidade de zoom; tela AMOLED de 120 Hz com boa fluidez; seis anos de atualizações de sistema e segurança
Contras: carregador de apenas 15 W incluso na caixa, apesar do suporte a 45 W; aquecimento perceptível em jogos pesados; poucas mudanças reais em relação ao Galaxy A36
4.
Xiaomi POCO X8 Pro Max (512 GB) — a partir de R$ 2.246
Novo topo da linha X da Xiaomi, o POCO X8 Pro Max desembarcou no mercado global em março de 2026 com uma proposta clara: unir a maior bateria já usada pela marca a um chipset de ponta e um design reforçado contra impactos.
Com estrutura em metal e traseira em fibra de vidro reforçada, o aparelho conta com selo SGS contra quedas e flexões, além das certificações IP68 e IP69K contra água e poeira.
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A bateria de 8.500 mAh, com química de silício-carbono, é o grande diferencial do modelo: segundo a Xiaomi, ela é capaz de sustentar até dois dias de uso com uma única carga.
Nos testes de bateria do GSMArena, o aparelho confirmou essa promessa e alcançou Active Use Score de mais de 25 horas, ficando atrás apenas do realme P4 Power (com bateria ainda maior) no ranking geral do site e superando esse concorrente na duração de vídeo em streaming.
O carregamento rápido de 100 W, já confirmado para a linha, permite recompor boa parte da carga em poucos minutos, e o aparelho ainda oferece carregamento reverso com fio de 27 W, útil para alimentar outros dispositivos.
Completa o pacote de energia a promessa da Xiaomi de vida útil de até seis anos para a célula.
No desempenho, o MediaTek Dimensity 9500s, fabricado em 3 nanômetros, aparece na 5ª posição do ranking geral do AnTuTu, com pontuação total de 1.852.350 pontos, 843.521 na CPU e 1.008.829 na GPU, superando inclusive o Snapdragon 8 Gen 5 no quesito gráfico.
O chip acompanha 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 4.1, sem entrada para cartão de memória.
A tela AMOLED de 6,83 polegadas traz resolução 1,5K (2.772 x 1.280 pixels), taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de até 3.500 nits, com suporte a Dolby Vision e HDR10+.
Já a câmera principal de 50 MP com estabilização óptica promete boa nitidez em diferentes condições de luz, ainda que a lente ultrawide e a câmera frontal sejam apontadas como os pontos mais fracos do conjunto por avaliações internacionais.
Por fim, o modelo roda Android 16 sob a interface HyperOS 3, com quatro atualizações de sistema e seis anos de patches de segurança prometidos pela Xiaomi.
A conectividade inclui 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC, eSIM e infravermelho, além de leitor de digitais sob a tela e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos.
O Xiaomi POCO X8 Pro Max (512 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 2.246 na Shopee.
Prós: bateria de 8.500 mAh com Active Use Score de mais de 25 horas no GSMArena; processador Dimensity 9500s entre os mais potentes do mercado; construção reforçada com certificações IP68 e IP69K
Contras: câmera ultrawide considerada fraca por avaliações internacionais; sem suporte a cartão microSD; peso elevado de 218 g devido à bateria grande
5.
Apple iPhone 16 Plus (256 GB) — a partir de R$ 5.483
Estreando em setembro de 2024, o iPhone 16 Plus é a versão maior do modelo de entrada da geração 16.
O visual ganhou o Botão de Câmera, recurso sensível ao toque que ajusta zoom e profundidade de campo, além do retorno das lentes traseiras alinhadas na vertical, disposição que a Apple não usava desde o iPhone 12.
O corpo em alumínio com Ceramic Shield e certificação IP68 é vendido nas cores preta, branca, rosa, verde e azul.
iPhone 16 Plus é bom? Veja preço e ficha técnica do celular da Apple
iPhone 16 Plus e iPhone 16, respectivamente, lado a lad
Brigida Nogueira/TechTudo
O conjunto fotográfico é formado por sensor principal de 48 MP (f/1.6) com estabilização sensor-shift e lente ultrawide de 12 MP (f/2.2), além de uma frontal de 12 MP (f/1.9).
Segundo a Apple, o aparelho grava vídeos em 4K a até 60 fps ou em Full HD a 240 fps, com suporte a Dolby Vision HDR, recursos que, somados ao processamento do chip A18, mantêm o desempenho fotográfico competitivo mesmo sem grandes saltos ópticos em relação ao iPhone 15 Plus.
A bateria, cuja capacidade a Apple não divulga oficialmente, cresceu, segundo o GSMArena, para 4.674 mAh, alta de 7% sobre a geração anterior.
No entanto, o ganho prático foi bem maior: nos testes do site, o iPhone 16 Plus atingiu Active Use Score recorde de 18h48, o melhor resultado já registrado por um iPhone até então, com destaque para mais de 19 horas de navegação web e 23 horas de reprodução de vídeo.
O carregamento aceita até 30 W com fio (50% em 30 minutos) e 25 W via MagSafe sem fio, embora a caixa venha sem o adaptador de tomada.
Já o desempenho fica por conta do chip A18, que a própria Apple credita com ganho de 30% a 40% sobre o A17 Pro, acompanhado de cerca de 8 GB de RAM (estimativa) e opções de 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, sem expansão via microSD.
O Neural Engine de 16 núcleos sustenta os recursos da Apple Intelligence.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas (2.796 x 1.290 pixels) traz HDR10, brilho de pico de 2.000 nits e a Dynamic Island integrada à central de notificações, além de Face ID para desbloqueio e autenticação.
Rodando iOS 18, o modelo aposta em privacidade reforçada e conta com Botão de Ação personalizável, conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.
O Apple iPhone 16 Plus (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 5.483 na Shopee.
Prós: Active Use Score recorde entre os iPhones no GSMArena; desempenho de ponta com o chip A18; construção premium com Ceramic Shield e IP68
Contras: capacidade da bateria não é divulgada oficialmente pela Apple; carregador não vem incluso na caixa; câmeras com poucas mudanças em relação à geração anterior
6.
Motorola Edge 60 Pro (256 GB) — a partir de R$ 2.548
Chegando ao varejo nacional em maio de 2025, o Motorola Edge 60 Pro reforça a linha intermediária premium da marca com o que a Motorola descreve como uma das melhores baterias do mundo em sua categoria.
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A célula de 6.000 mAh, com química de silício-carbono, representa salto expressivo sobre os 4.500 mAh do Motorola Edge 50 Pro e, segundo o DXOMARK, rendeu ao aparelho pontuação de 164 no quesito bateria, com autonomia superior a 82 horas em uma única carga.
Já o GSMArena, em testes próprios, registrou Active Use Score de 16h13, com ganhos em navegação web e jogos frente ao modelo anterior.
O carregamento rápido de 90 W promete, segundo a fabricante, até 12 horas de uso com apenas seis minutos na tomada, e o aparelho também aceita carregamento sem fio de 15 W.
O DxOMark ainda cronometrou 53 minutos para a recarga completa, de 0% a 100%.
No quesito câmeras, o destaque é o conjunto formado por lente principal de 50 MP (f/1.88) com OIS, lente híbrida ultrawide/macro de 50 MP (f/2.0) e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x, além de sensor multiespectral auxiliar.
A frontal de 50 MP grava com suporte a HDR, e tanto a câmera traseira quanto a frontal filmam em 4K a 30 fps, com estabilização inteligente apenas na lente frontal.
A tela pOLED de 6,7 polegadas, com resolução Super HD (2.712 x 1.220 pixels), taxa de 120 Hz e brilho de pico de até 4.500 nits, integra o design "Quad-Curve" com curvatura nas quatro bordas, protegido por Gorilla Glass 7i.
O corpo de 186 g ainda passou pelo padrão militar MIL-STD-810H e traz certificações IP68 e IP69 contra água e poeira.
O processador Dimensity 8350 Extreme, de 4 nanômetros e até 3,35 GHz, soma 800.238 pontos no AnTuTu, superando até chips como o Snapdragon 8 Gen 1.
O modelo vem com 12 GB de RAM (expansíveis a 24 GB via RAM Boost) e 256 GB ou 512 GB de armazenamento, sem microSD.
Por fim, o Edge 60 Pro roda Android 15 com a interface Hello UX, conectividade 5G, Wi-Fi 6E tribanda, Bluetooth 5.4 e NFC, além de recursos de IA como "O que rolou?", "Anote aí" e Image Studio.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 2.548 na Shopee.
Prós: bateria de 6.000 mAh com pontuação de destaque no DxOMark; câmeras versáteis com zoom óptico de 3x; tela pOLED com brilho de pico elevado
Contras: taxa de atualização reduzida para 120 Hz em relação à geração anterior; abertura da lente principal menor que a do Edge 50 Pro; sem entrada para cartão microSD
7.
Realme GT 7 (512 GB) — a partir de R$ 4.441
Apelidado de "flagship killer" pela própria Realme, o GT 7 chegou ao mercado global em maio de 2025 como o intermediário premium da linha GT, posicionado entre o GT 7T e o GT 7 Pro.
Mesmo sem ser o topo da família, o processador MediaTek Dimensity 9400e compartilha a mesma arquitetura do chip que equipa o Galaxy S24 Ultra, o que já entrega uma ideia do nível de ambição do aparelho.
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Letícia Rosa/TechTudo
A bateria Titan de 7.000 mAh é o maior trunfo do modelo: a capacidade rendeu ao GT 7 um lugar no Guinness Book por reproduzir vídeo continuamente por 24 horas.
O aparelho superou até as promessas da Realme (até três dias em uso leve), suportando quatro dias longe da tomada e três dias inteiros partindo de apenas 48% de carga.
O GSMArena confirmou essa robustez, registrando Active Use Score de 21h06, com destaque especial na reprodução de vídeo em streaming.
O carregamento de 120 W também impressionou nos nossos testes: com menos de 6% de bateria, o aparelho atingiu 52% em apenas 15 minutos.
No desempenho, o Dimensity 9400e, octa-core de 4 nanômetros com até 3,4 GHz, somou 2.169.790 pontos no AnTuTu e se manteve estável mesmo com mais de 35 apps abertos simultaneamente.
A tecnologia GT Boost ajusta o sistema em tempo real, permitindo, segundo a Realme, rodar até 20 jogos a 120 fps.
O modelo vem com 12 GB de RAM (expansíveis a mais 12 GB via memória virtual) e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento.
A câmera principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS) foi bem avaliada nos nossos testes, inclusive superando o iPhone 14 da jornalista responsável em capturas diurnas, ainda que os recursos de IA tenham incomodado por ativarem automaticamente.
Completam o conjunto uma teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 2x, uma ultrawide de 8 MP e uma frontal de 32 MP, com gravação em até 8K.
A tela AMOLED de 6,78 polegadas (1,5K, 2.780 x 1.264 pixels) e 120 Hz se destaca pelo brilho de pico de 6.000 nits, o maior entre os flagships nacionais.
O corpo de 206 g conta com certificação IP69 e resfriamento 360°, enquanto o sistema roda Android 15 com Realme UI 6.0, suíte Next IA e conectividade 5G, Wi-Fi dual band, Bluetooth 5.4 e NFC.
O realme GT 7 (512 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 4.441 no Magazine Luiza.
Prós: bateria de 7.000 mAh com recorde do Guinness Book; carregamento ultrarrápido de 120 W; câmera principal com boa qualidade em testes comparativos
Contras: recursos de IA da câmera ativam automaticamente sem opção fácil de desativar; ainda sem previsão oficial de chegada ao Brasil; tela não possui a mesma resolução QHD+ de rivais diretos
8.
Samsung Galaxy S26+ (256 GB) — a partir de R$ 5.983
Fechando a lista, o Galaxy S26+ representa a aposta da Samsung para 2026 na faixa premium, com apresentação em fevereiro e preço sugerido a partir de R$ 9.199.
Diferente da geração anterior, apenas a versão Ultra ficou com o Snapdragon 8 Elite Gen 5; o S26+ e o S26 padrão receberam o Exynos 2600, chip próprio de 2 nanômetros que a Samsung promete ser cerca de 7% mais eficiente energeticamente.
Galaxy S26 Plus: veja preço e ficha técnica do celular da Samsung
Traseiras Galaxy S26 Ultra, S26 Plus e S26
Reprodução/Jacson Boeing
Apesar de manter a mesma capacidade de bateria da geração passada (4.900 mAh), o GSMArena mediu ganhos reais de autonomia: o Active Use Score chegou a 16h25, número bem superior às 14h26 do S25+ e praticamente equivalente às 16h23 do Galaxy S26 Ultra.
O carregamento de 45 W recupera até 69% da carga em cerca de 30 minutos, segundo a Samsung, e o aparelho ainda oferece carregamento sem fio de 25 W e reverso de 4,5 W.
O processador de dez núcleos e até 3,8 GHz entrega, segundo a fabricante, 38% mais desempenho em tarefas de inteligência artificial e até 23% mais potência gráfica, além de uma câmara de vapor redesenhada que aumenta a dissipação de calor em 29%.
O conjunto vem com 12 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento, sem expansão via microSD.
Fotograficamente, o destaque é a câmera principal de 50 MP (f/1.8), acompanhada de ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x; a frontal é de 12 MP.
O recurso Nightography promete fotos noturnas mais nítidas com maior faixa dinâmica, enquanto a superestabilização com bloqueio do horizonte mantém vídeos nivelados mesmo em movimentos bruscos.
A gravação chega a 8K na traseira e 4K na frontal.
A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas (QHD+, 1.440 x 3.120 pixels) com 120 Hz é protegida por Gorilla Glass Victus 2 e conta com o ProScaler, tecnologia de IA que aprimora detalhes de imagem.
O corpo de 190 g combina alumínio e vidro, com certificação IP68.
Por fim, o modelo roda Android 16 com One UI 8.5, sete anos de atualizações prometidas, Galaxy AI com recursos como Now Nudge e filtro de chamadas, além de conectividade 5G, Wi-Fi tribanda, Bluetooth 6 e NFC.
O Samsung Galaxy S26+ (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 5.983 no Mercado Livre.
Prós: Active Use Score de mais de 16 horas no GSMArena, superando a geração anterior; processador Exynos 2600 eficiente em 2 nanômetros; sete anos de atualizações de sistema e segurança
Contras: capacidade de bateria estagnada em 4.900 mAh pela segunda geração seguida; carregamento com fio limitado a 45 W frente a rivais chineses; preço elevado em relação ao segmento
Com informações de Amazon, AnTuTu, Apple, DxoMark [6], GSMArena [1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8], Magazine Luiza, Mercado Livre, Motorola, Realme, Samsung, Shopee, TechTudo e Xiaomi.
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