Lito Sousa: veja outras personalidades famosas diagnosticadas com a doença de Creutzfeld-Jakob - QTU Questões do Universo

Lito Sousa: veja outras personalidades famosas diagnosticadas com a doença de Creutzfeld-Jakob

Fonte: Bandeira da fonte

A mulher de Lito Sousa afirmou, em um vídeo publicado nesta sexta-feira , que o piloto e influenciador de 59 anos sofre da doença de Creutzfeldt-Jakob.
A informação representa uma mudança em relação ao quadro divulgado em julho, quando Lito estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, com diagnóstico de inflamação do sistema nervoso central (SNC).
Na ocasião, ele apresentava perda de parte dos movimentos e dormência no braço esquerdo.
Aurelio Costarella
Um dos grandes nomes da moda da Austrália, Aurelio Costarella, recebeu o diagnóstico após perder sua irmã, também acometida pela doença.
A rara condição causou sua morte em 2025, quando completou 60 anos.
Larry Larrañaga
Também foi afetado pela rara doença o político americano Larry Larrañaga, membro republicano da Câmara dos Representantes do Novo México.
Ele faleceu aos 80 anos, em 2018, uma semana após renunciar devido a problemas de saúde que provavelmente estão relacionados à doença de Creutzfeldt-Jakob.
John Carroll
O editor e jornalista John Carroll, conhecido por seu trabalho no The Los Angeles Times, jornal dos Estados Unidos, foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob.
Devido a complicações causadas pela condição, faleceu em 2015, aos 73 anos.
O que é a doença de Creutzfeldt-Jakob?
A doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é descrita pelo Ministério da Saúde como uma doença priônica, rara, neurodegenerativa, progressiva e fatal.
O quadro clínico inicial é caracterizado por demência, com perda de memória e tremores, além de outros sinais e sintomas neurológicos e multifocais.
A doença está relacionada aos príons, partículas infecciosas formadas somente por proteínas e caracterizadas pela alta estabilidade e resistência a diversos processos físico-químicos.
Segundo a definição apresentada pelo Ministério da Saúde com base na Organização Mundial da Saúde (OMS), um caso pode ser classificado como possível, provável ou definitivo a partir dos sinais e sintomas, resultados de exames e histórico epidemiológico.
A confirmação definitiva, porém, só pode ser feita por meio de necropsia com análise neuropatológica de fragmentos do cérebro, com testes histopatológicos e/ou imunohistoquímicos.