A chegada da Fórmula 1 à África, após mais de três décadas de ausência, abriu espaço para um discurso político de Lewis Hamilton, 41. Durante uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 22, antes do Grande Prêmio dos Estados Unidos, o heptacampeão mundial defendeu a libertação de territórios afetados por conflitos.
“Precisamos garantir que estamos lutando pela liberdade do Congo, do Sudão, da Síria e da Palestina. Espero que, em algum momento, possamos alcançar a paz”, afirmou o britânico, que atualmente corre pela Ferrari.
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O piloto também relacionou os problemas enfrentados pela África ao passado colonial. “Crescendo na Inglaterra, nunca nos ensinaram nada sobre a África.
Isso deveria fazer parte do currículo escolar. Muitos dos problemas que existem lá ainda são resultado do colonialismo e da intervenção do Ocidente”, afirmou.
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