Legislativo e Executivo agradam ao funcionalismo ignorando crise fiscal
O lugar-comum do “trem da alegria” — evocado para descrever as benesses concedidas na semana passada aos servidores do Legislativo e contestado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) — não é mesmo uma boa imagem para retratar a benevolência do Congresso com o funcionalismo. Melhor seria falar numa sucessão de comboios quilométricos, puxados por mais de uma locomotiva. O impacto dos mimos não ficará nos R$ 790 milhões previstos. Com o conhecido efeito cascata, pedidos de equiparação Brasil afora tornarão a conta muito mais cara. E ela não é única. Desde maio, projetos aprovados pelo Congresso, com beneplácito do Executivo, resultaram num salto de R$ 33 bilhões nos gastos com pessoal neste ano e em 2027, como mostrou reportagem do GLOBO. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
