Justiça de Pernambuco mantém condenação de Sari Corte Real; caso pode chegar ao STJ

Justiça de Pernambuco mantém condenação de Sari Corte Real; caso pode chegar ao STJ

 

Fonte: Bandeira



A Justiça de Pernambuco manteve a condenação a 7 anos de prisão de Sari Corte Real, ex-primeira dama de Tamandaré, pela morte do menino Miguel Otávio. Em 2 de junho de 2020, a criança caiu do 9º andar de um prédio de luxo no Recife.

STF começa a analisar nesta sexta (22) mudanças na Lei da Ficha Limpa

IR 2026: Receita Federal abre nesta sexta (22) consulta ao primeiro lote de restituição

O recurso foi analisado na segunda instância do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O caso pode seguir para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a depender de novo recurso.

Após o resultado, a defesa de Sari Corte Real alegou que vai recorrer, no entanto, não informou qual será o recurso apresentado. O julgamento foi realizado na tarde desta quinta-feira (21), na Seção Criminal do TJPE. Foram 6 votos a 5 pela rejeição dos embargos infringentes interpostos pelos advogados de Sari.

A estratégia é utilizada para reverter a pena, que no ano passado, já havia sido reduzida pela 3ª Câmara Criminal de 8 anos e 6 meses de prisão para 7 anos de detenção em regime fechado. Sari foi condenada por abandono de incapaz com resultado morte.

Em vídeo nas redes sociais, a mãe de Miguel Otávio, Mirtes Renata, comentou a decisão.

"A gente venceu mais uma etapa. Foi um momento bem preocupante. A gente vai continuar cobrando justiça. Peço a vocês que continuem de mãos dadas comigo, que continuem cobrando ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, que a justiça pela morte do meu filho seja feita."