Sam Altman, CEO da OpenAI Getty Images Sam Altman obteve, na terça-feira, a rejeição de um processo cível movido por sua irmã, que acusava o cofundador e CEO da OpenAI de abuso sexual recorrente há mais de duas décadas — uma acusação que ele nega, segundo a Reuters. Ao rejeitar o processo movido por Annie Altman, o juiz federal Zachary Bluestone disse que ela se recusou a comparecer a um exame médico independente, apesar de ter sido alertada de que tal recusa resultaria na rejeição do caso. Laura Politi, advogada de Annie Altman, não respondeu prontamente a um pedido de comentário da Reuters. Santos Perez, advogado que representou Annie Altman no caso, mas deixou o processo este mês, declarou: "Não estou mais autorizado a comentar este caso, mas continuo acreditando em Annie". Os advogados de Sam Altman não responderama um pedido de comentário. Sam Altman tornou-se um dos principais rostos do "boom" da inteligência artificial após o lançamento do chatbot ChatGPT, em 2022. Annie Altman ajuizou a ação em um tribunal federal em St. Louis, no Missouri, em janeiro de 2025. Ela acusou o irmão de tê-la submetido a abusos sexuais e estupros entre 1997 e 2006, na residência da família em Clayton, um subúrbio do Missouri — episódios que teriam começado quando ela tinha 3 anos e ele, 12. Segundo ela, os últimos atos de abuso sexual e estupro ocorreram quando Sam Altman já era adulto. Ele tem, atualmente, 41 anos. A família Altman afirmou que Annie Altman tem problemas de saúde mental e que costumava receber apoio financeiro dos parentes. Sam Altman declarou que ela começou a acusá-lo de abuso sexual nas redes sociais depois que a família rejeitou suas exigências por mais recursos financeiros.
Juiz dos EUA rejeita processo movido pela irmã de Sam Altman, que acusa o empresário de abuso sexual
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