Jovens mortos em troca de tiros com a PM em Belford Roxo eram amigos de adolescentes do tráfico no Complexo da Penha

 

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A memória de Ana (nome fictício) permanece na última semana de janeiro, quando ela e o filho ficaram juntos, entre beijos e abraços, como há muito tempo não acontecia. Em especial, ela lembra o dia em que ambos estavam sentados no chão da sala, ela massageando delicadamente os pés do rapaz, de 20 anos, enquanto orava silenciosamente, rogando a Deus que o mantivesse firme na decisão de deixar o tráfico. Rompendo o silêncio, ele pediu que a mãe colocasse um louvor, daqueles que ouviam quando ele era criança. Dias depois, Ana recebeu a notícia de que o filho tinha morrido, junto a mais três colegas de facção, voltando de uma “guerra” no Castelar, em Belford Roxo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.