Por João Renato AlvesPostado em 30 de outubro de 2026 Em 2001, Jorn Lande lançou o álbum "Worldchanger".
O trabalho foi o segundo de estúdio do projeto que leva o nome do cantor norueguês. A sonoridade era focada no hard rock, com algumas influências de power metal e progressivo.
A banda de apoio contava com uma figura historicamente associada ao black metal. Jan Axel "Hellhammer" Blomberg construiu seu legado associado a nomes como Mayhem, Emperor, Dimmu Borgir, Kovenant e Immortal, entre tantos outros que requisitaram seus serviços na cena extrema.
Ao Blabbermouth, o vocalista contou como foi a experiência tocar com alguém tão fora dos padrões para seu estilo habitual. "Ele nunca tinha tocado nada parecido.
Eu disse: 'Você só precisa manter uma batida constante e pode fazer as viradas que quiser'. Era algo meio novo para seu estilo na época.
Ele teve dificuldade em se conter, com toda aquela agitação - bumbo duplo, pausas na bateria e viradas. Mas fez um ótimo trabalho."
Lande define o período como de mudanças, o que justificou a experiência. "Acho que estávamos em um período de transição, passando para o novo milênio.
Os anos 70 e 80 já tinham ficado para trás, era difícil construir uma carreira baseada em algo que os músicos da geração anterior já tinham feito. Por outro lado, você era fã daquele estilo e daquele gênero.
Foi por isso que você entrou no meio musical - pelo menos no meu caso, foi assim. Eu só queria cantar no estilo que amava.
Não ficava tentando buscar misturas malucas de estilos ou o que quer que as pessoas estivessem fazendo - ou viriam a fazer mais tarde -, o que não é algo errado. Você é um produto do seu tempo."
"Worldchanger" foi o último disco solo de Jorn antes de sua entrada no Masterplan. Além dos já citados Mayhem e Kovenant, Hellhammer toca atualmente com o Arcturus e Mortem.
Ele tem 57 anos no momento desta publicação.
Whiplash