Janaina Paschoal volta a criticar candidatura de Flávio Bolsonaro: 'Vai começar a contaminar boas candidaturas' nos estados
A vereadora da cidade de São Paulo Janaina Paschoal (PP-SP) mais uma vez criticou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, após divulgados mais detalhes da relação do parlamentar com o banqueiro Daniel Vorcaro. Em publicação nas redes sociais, a política afirmou que já vinha criticando a escolha do Partido Liberal (PL) antes das revelações e aconselhou outros candidatos, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freiras (Republicanos - SP) e o senador Sérgio Moro (PL-PR) a se afastarem do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"A candidatura de Flávio Bolsonaro já era inviável antes da assumida proximidade com o Master! E vou além, ele vai começar a contaminar as boas candidaturas aos governos dos estados. Tarcísio, Moro e outros pré-candidatos, com eleições praticamente ganhas, deveriam manter distância dele. Eu não quero mal aos Bolsonaros, só quero muito bem ao Brasil!", escreveu a vereadora.
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Essa não foi a primeira vez que a política critica os filhos de Bolsonaro. Em janeiro, após chamar o Flávio de 'arrogante' e 'filhinho de papai', ela foi alvo de ironias do ex-vereador Carlo Bolsonaro, que saiu em defesa do irmão. A política não gostou de declarações do senador sobre a visita do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que acabou sendo cancelada. À época, o nome do governador de São Paulo ainda era cogitado para disputar o Planalto no lugar de Flávio.
"Não sei os motivos do governador, mas sei que Flávio foi extremamente arrogante, ao anunciar que a candidatura de Tarcísio à Presidência estaria descartada. Quem é ele para decidir? A direita realmente deveria se unir, mas para enquadrar esse filhinho de papai", escreveu Janaína.
Após a publicação, Carlo disse que ela estava "bufando pelos outros"
"Tem método!", criticou ele.
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Pouco antes, sem citar Janaína, o ex-vereador fez outra publicação para dizer que "o povo deixa de ser prioridade" quando há pessoas que insistem "planejadamente" na "destruição de quem ele indicou", se referindo a indicação feita por Jair Bolsonaro. Segundo ele, tal movimento ocorre tanto na esquerda quanto na direita.
